Bia Zaneratto analisa empate com a Argentina Para a atacante, faltou efetividade por parte da equipe brasileira para sair com a vitória 1x Assessoria CBF 14/10/2026 - 01h28 Atualizado há 1 dia Bia Zaneratto abriu o placar da partida nesta terça Luciana Vermell/CBF A Seleção Brasileira empatou por 2 a 2 com a Argentina, na noite desta terça-feira (13), na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata (PE). Bia Zaneratto e Gio Garbelini marcaram para a Amarelinha, que chegou a abrir dois gols de vantagem, mas viu as adversárias buscarem a igualdade. Após a partida, a camisa 16 avaliou o desempenho da equipe e apontou a falta de aproveitamento nas finalizações como um dos fatores para o resultado. “Eu acredito que faltou efetividade. Criamos muitas situações de gol, mas não fomos felizes nas finalizações. O estilo do Brasil é ser muito ofensivo e agressivo na marcação e no ataque, então estamos sempre muito expostas e qualquer vacilo nosso podemos acabar perdendo”, disse. “Acho que o...
O presidente do PSDB-Ceará, Luiz Pontes, encaminhou nesta quarta-feira (07/08) nota ao secretariado estadual do PSDB-Mulher em que destaca os 13 da Lei Maria da Penha, considerada pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as mulheres.
Apesar dos avanços, o dirigente tucano observa que, infelizmente, entre o enunciado da lei e a dura realidade social ainda há um abismo, em que pesem as iniciativas legais que buscam valorizar a mulher.
“Mesmo com os avanços, a luta pelo fim da violência doméstica permanece um problema que exige empenho, pois deixa marcas não apenas na mulher, mas também em crianças e jovens. Por isso, temos que ressaltar sempre a importância da Lei Maria da Penha, como um mecanismo primordial para proteção da família. Nesses 13 anos, estou convencido de que nunca será perdido qualquer esforço na prevenção e repressão da violência contra as mulheres e que ainda há muito o que fazer”, afirma.
Entre os desafios citados por Luiz Pontes estão a ampliação do número de Delegacias Especializadas da Mulher e a criação de casas-abrigo para as vítimas de violência doméstica. Luiz Pontes lembra que a interiorização de delegacias especializadas ainda é uma meta a ser alcançada no Ceará, que dispõe apenas de dez delegacias para atender ao público feminino.
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