Vôlei: São Paulo sedia Mundial de Clubes feminino pelo 2º ano seguido Ginásio do Corinthians será o palco da competição em dezembro Lincoln Chaves - Repórter da EBC Publicado em 05/08/2026 - 18:34 undefined © Betto Dolorier/FPV Versão em áudio Assim como no ano passado, a cidade de São Paulo será a sede do Campeonato Mundial de Clubes de vôlei feminino em 2026. A escolha foi anunciada pela Federação Internacional da modalidade (FIVB). O torneio será disputado entre os dias 8 e 13 de dezembro, com jogos no Ginásio Wlamir Marques, do Corinthians, que fica no Tatuapé, zona leste da capital paulista. A venda de ingressos começa neste sábado (8), pelo site da Ticketmaster. Esta será a quarta vez que São Paulo recebe a competição. Além de 2025, a cidade abrigou a edição inaugural do torneio, em 1991, e a quarta, em 1994, quando o hoje extinto Leite Moça Sorocaba levou o título, tornando-se o primeiro brasileiro campeão mundial. O segundo foi o Osasco, na edição de 2012, realizada em Do...
O presidente do PSDB-Ceará, Luiz Pontes, encaminhou nesta quarta-feira (07/08) nota ao secretariado estadual do PSDB-Mulher em que destaca os 13 da Lei Maria da Penha, considerada pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as mulheres.
Apesar dos avanços, o dirigente tucano observa que, infelizmente, entre o enunciado da lei e a dura realidade social ainda há um abismo, em que pesem as iniciativas legais que buscam valorizar a mulher.
“Mesmo com os avanços, a luta pelo fim da violência doméstica permanece um problema que exige empenho, pois deixa marcas não apenas na mulher, mas também em crianças e jovens. Por isso, temos que ressaltar sempre a importância da Lei Maria da Penha, como um mecanismo primordial para proteção da família. Nesses 13 anos, estou convencido de que nunca será perdido qualquer esforço na prevenção e repressão da violência contra as mulheres e que ainda há muito o que fazer”, afirma.
Entre os desafios citados por Luiz Pontes estão a ampliação do número de Delegacias Especializadas da Mulher e a criação de casas-abrigo para as vítimas de violência doméstica. Luiz Pontes lembra que a interiorização de delegacias especializadas ainda é uma meta a ser alcançada no Ceará, que dispõe apenas de dez delegacias para atender ao público feminino.
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