ompartilhe: Ação seguirá ao longo de todo o ciclo carnavalesco, com atuação coordenada dos órgãos municipais e de segurança pública A Prefeitura de Fortaleza iniciou, no último final de semana, uma ação integrada de fiscalização e ordenamento no bairro Benfica para minimizar transtornos aos moradores do entorno do polo do Ciclo Carnavalesco, especialmente os relacionados à poluição sonora, à ocupação irregular do espaço público e à circulação de pedestres após o encerramento das apresentações. A iniciativa atende a uma recomendação do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e conta com parceria entre a Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), a Secretaria Municipal da Segurança Cidadã (Sesec), a Guarda Municipal de Fortaleza (GMF), a Polícia Militar e a Secretaria Regional 4. Durante as ações realizadas entre a noite de sábado (24/01) e a madrugada de domingo (25/01), a Agefis lavrou quatro autos de infração no bairro Benfica, além de realizar apreensões. As oco...
Polícia Federal combate fraudes contra a autoridade portuária do estado de São Paulo; houve prisão em Fortaleza
Na manhã de hoje, 22/08, a Polícia Federal, com o apoio da Controladoria Geral da União e do Ministério Público Federal, deflagrou a Operação Círculo Vicioso, segunda etapa da Operação Tritão (desencadeada em outubro de 2018) para desarticular uma organização criminosa que, segundo as investigações, estaria há anos fraudando licitações e contratos públicos celebrados pela empresa pública que desempenha o papel de autoridade portuária no estado de São Paulo.
Foram expedidos, pela 5ª Vara da Justiça Federal de Santos, 21 mandados de prisão temporária e 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo/SP, Santos/SP, Guarujá/SP, Ilha Bela/SP, Bragança Paulista/SP, Serra Negra/SP, Duque de Caxias/RJ e Fortaleza/CE.
Com base em elementos de prova obtidos quando da deflagração da Operação Tritão, depoimentos prestados em colaboração premiada e diante de informações fornecidas por membros da atual diretoria da empresa, a PF detalhou e esclareceu as fraudes inicialmente investigadas, além de outras que permaneceram sendo executadas mesmo após a prisão de alguns membros da organização criminosa.
Os prejuízos causados à empresa e aos cofres públicos superam, nesta etapa, a cifra de R$ 100 milhões.
Aos investigados estão sendo imputados os crimes de organização e associação criminosa; fraude a licitações e corrupção ativa e passiva, sem prejuízo de eventuais outras implicações penais que possam surgir no decorrer das investigações.
Haverá uma coletiva à imprensa na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo às 10h30.
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