O Fortaleza se reapresentou na manhã deste domingo (29,) no Centro de Excelência Alcides Santos, após a vitória diante do Imperatriz-MA por 2 a 1 , em compromisso válido 2ª rodada pela Copa do Nordeste. + Seja Sócio! Seja Sócia! Garanta sua vaga mediante check-in contra o Cuiabá + Informações de ingresso aqui A atividade foi dividida em grupos, conforme o nível de desgaste dos atletas após os duelos pela competição regional da última semana. Os jogadores que atuaram por maior minutagem realizaram trabalhos regenerativos, enquanto os demais participaram de atividades em campo sob orientação da comissão técnica comanda pelo treinador Thiago Carpini. A atividade marca o início do foco total para o próximo compromisso da equipe, diante do Cuiabá, na terça-feira (31), às 19h, na Arena Castelão, pela 2ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Foto: Leonardo Moreira / Fortaleza EC Publicado em:
Polícia Federal combate fraudes contra a autoridade portuária do estado de São Paulo; houve prisão em Fortaleza
Na manhã de hoje, 22/08, a Polícia Federal, com o apoio da Controladoria Geral da União e do Ministério Público Federal, deflagrou a Operação Círculo Vicioso, segunda etapa da Operação Tritão (desencadeada em outubro de 2018) para desarticular uma organização criminosa que, segundo as investigações, estaria há anos fraudando licitações e contratos públicos celebrados pela empresa pública que desempenha o papel de autoridade portuária no estado de São Paulo.
Foram expedidos, pela 5ª Vara da Justiça Federal de Santos, 21 mandados de prisão temporária e 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo/SP, Santos/SP, Guarujá/SP, Ilha Bela/SP, Bragança Paulista/SP, Serra Negra/SP, Duque de Caxias/RJ e Fortaleza/CE.
Com base em elementos de prova obtidos quando da deflagração da Operação Tritão, depoimentos prestados em colaboração premiada e diante de informações fornecidas por membros da atual diretoria da empresa, a PF detalhou e esclareceu as fraudes inicialmente investigadas, além de outras que permaneceram sendo executadas mesmo após a prisão de alguns membros da organização criminosa.
Os prejuízos causados à empresa e aos cofres públicos superam, nesta etapa, a cifra de R$ 100 milhões.
Aos investigados estão sendo imputados os crimes de organização e associação criminosa; fraude a licitações e corrupção ativa e passiva, sem prejuízo de eventuais outras implicações penais que possam surgir no decorrer das investigações.
Haverá uma coletiva à imprensa na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo às 10h30.
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