Contra o alvo, constavam três mandados de prisão em aberto por homicídios e organização criminosa A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) prendeu um homem de 25 anos, suspeito de integrar um grupo criminoso de origem carioca. A captura ocorreu nesse sábado (24), no município de Jijoca de Jericoacoara, pertencente à Área Integrada de Segurança 11 (AIS 11). O investigado é apontado como um dos chefes do grupo, com atuação no bairro Carlito Pamplona, Área Integrada de Segurança 5 (AIS 5), em Fortaleza. O homem possui extensa ficha criminal, com registros por crimes de homicídio, organização criminosa, comércio ilegal de arma de fogo, lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, além de contravenção penal e descumprimento de medida sanitária. Conforme as investigações da PCCE, o alvo permaneceu escondido no Rio de Janeiro e, ao retornar ao Ceará, foi preso em cumprimento a três mandados de prisão preventiva em aberto, relacionados aos crimes de homicídio e organização criminos...
Polícia Federal combate fraudes contra a autoridade portuária do estado de São Paulo; houve prisão em Fortaleza
Na manhã de hoje, 22/08, a Polícia Federal, com o apoio da Controladoria Geral da União e do Ministério Público Federal, deflagrou a Operação Círculo Vicioso, segunda etapa da Operação Tritão (desencadeada em outubro de 2018) para desarticular uma organização criminosa que, segundo as investigações, estaria há anos fraudando licitações e contratos públicos celebrados pela empresa pública que desempenha o papel de autoridade portuária no estado de São Paulo.
Foram expedidos, pela 5ª Vara da Justiça Federal de Santos, 21 mandados de prisão temporária e 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de São Paulo/SP, Santos/SP, Guarujá/SP, Ilha Bela/SP, Bragança Paulista/SP, Serra Negra/SP, Duque de Caxias/RJ e Fortaleza/CE.
Com base em elementos de prova obtidos quando da deflagração da Operação Tritão, depoimentos prestados em colaboração premiada e diante de informações fornecidas por membros da atual diretoria da empresa, a PF detalhou e esclareceu as fraudes inicialmente investigadas, além de outras que permaneceram sendo executadas mesmo após a prisão de alguns membros da organização criminosa.
Os prejuízos causados à empresa e aos cofres públicos superam, nesta etapa, a cifra de R$ 100 milhões.
Aos investigados estão sendo imputados os crimes de organização e associação criminosa; fraude a licitações e corrupção ativa e passiva, sem prejuízo de eventuais outras implicações penais que possam surgir no decorrer das investigações.
Haverá uma coletiva à imprensa na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo às 10h30.
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