Em duas ações distintas realizadas entre a noite de sexta-feira (24) e a manhã de sábado (25), o Batalhão de Polícia do Meio Ambiente (BPMA) da Polícia Militar do Ceará (PMCE) intensificou o combate a crimes ambientais na zona rural de Parambu. A atuação ostensiva, voltada à preservação da fauna local, resultou na apreensão de cinco armas de fogo e na prisão em flagrante de um homem de 56 anos, frustrando a caça de espécies ameaçadas de extinção. A primeira ocorrência foi registrada durante fiscalização noturna na Serra dos Cariás, área historicamente visada por caçadores ilegais. Durante o patrulhamento, a equipe identificou focos de luz em deslocamento no interior da mata. Ao perceberem a aproximação policial, os suspeitos apagaram as lanternas e fugiram pela vegetação. Apesar da fuga, a ação rápida da equipe impediu a consumação do crime ambiental e retirou de circulação um significativo poder de fogo. No local, foram apreendidas quatro armas de fogo abandonadas: três espingar...
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Ocara, ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa, nesta quinta-feira (19/09), em face do professor de iniciais A. M. O., investigado por abuso sexual de alunas da Escola Municipal Luiz Cândido de Oliveira, localizada em Ocara. Na ACP, o MPCE requer à Justiça a perda da função pública do professor, a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, bem como o pagamento de multa civil e a proibição de contratar com o Poder Público.
Conforme processo criminal que tramita na Vara Única da Comarca de Ocara, o professor teria, em distintas oportunidades durante o ano letivo de 2015, constrangido as vítimas, crianças que na época eram alunas dele e tinham apenas dez anos de idade, a praticarem atos diversos da conjunção carnal. No âmbito criminal, o réu teve suspenso o exercício das funções públicas de professor, bem como lhe foi proibido manter contato com vítimas e testemunhas.
“Ademais, por sua conduta, o agente público tem o dever jurídico de observar os princípios regentes da legalidade e da moralidade, de modo que abusar sexualmente de alunas enquanto se utilizava do cargo de professor e dentro da sala de aula está incorrendo na conduta típica descrita pelo artigo 11, inciso I, da lei de improbidade administrativa”, segundo consta na ACP ajuizada pelo MPCE.
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