Um helicóptero com oito pessoas precisou fazer um pouso de emergência no mar de Cabo Frio nesta sexta-feira (2). Segundo a Marinha do Brasil, foi ativada a operação de busca e salvamento, e uma aeronave foi deslocada ao local para fazer o resgate. A Marinha confirmou que fez o resgate de oito pessoas (seis passageiros e dois tripulantes) envolvidas no acidente com um helicóptero da OMNI Táxi Aéreo que operava em apoio a plataformas de petróleo. A aeronave pousou no mar a cerca de 40 milhas (cerca de 74 quilômetros) ao sul de Cabo Frio (RJ). "De imediato, foi ativada uma Operação de Busca e Salvamento (SAR), com o emprego de um helicóptero da Marinha. A aeronave resgatou todos os tripulantes, que se encontravam em duas balsas salva-vidas, conduzindo-os, após o resgate, para avaliação médica na Policlínica da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, onde foi confirmado que todos passavam bem", destaca a Marinha em nota.
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Ocara, ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa, nesta quinta-feira (19/09), em face do professor de iniciais A. M. O., investigado por abuso sexual de alunas da Escola Municipal Luiz Cândido de Oliveira, localizada em Ocara. Na ACP, o MPCE requer à Justiça a perda da função pública do professor, a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, bem como o pagamento de multa civil e a proibição de contratar com o Poder Público.
Conforme processo criminal que tramita na Vara Única da Comarca de Ocara, o professor teria, em distintas oportunidades durante o ano letivo de 2015, constrangido as vítimas, crianças que na época eram alunas dele e tinham apenas dez anos de idade, a praticarem atos diversos da conjunção carnal. No âmbito criminal, o réu teve suspenso o exercício das funções públicas de professor, bem como lhe foi proibido manter contato com vítimas e testemunhas.
“Ademais, por sua conduta, o agente público tem o dever jurídico de observar os princípios regentes da legalidade e da moralidade, de modo que abusar sexualmente de alunas enquanto se utilizava do cargo de professor e dentro da sala de aula está incorrendo na conduta típica descrita pelo artigo 11, inciso I, da lei de improbidade administrativa”, segundo consta na ACP ajuizada pelo MPCE.
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