Compartilhe: A maioria dos casos atendidos envolve a espécie Tityus stigmurus, popularmente conhecido como escorpião-amarelo-do-Nordeste, considerada a mais prevalente na região O Instituto Dr. José Frota (IJF), equipamento da Prefeitura de Fortaleza, registrou um aumento no número de atendimentos por picadas de escorpião em 2025. Entre janeiro e dezembro, o Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox) do IJF, registrou 3.200 casos, enquanto no mesmo período de 2024 foram contabilizadas 2.668 vítimas. Os números representam um aumento de cerca de 20% entre 2024 e 2025. Os dados reforçam a importância da vigilância da população e da busca imediata por atendimento em unidades de saúde em casos de acidentes com animais peçonhentos. Ao longo de 2025, os meses com maior número de atendimentos foram agosto e setembro, período em que tradicionalmente há maior proliferação do escorpião, favorecida por fatores climáticos e ambientais. O recorde do ano foi em agosto, com 328 at...
O Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), por meio da Promotoria de Justiça de Ocara, ajuizou Ação Civil Pública (ACP) por ato de improbidade administrativa, nesta quinta-feira (19/09), em face do professor de iniciais A. M. O., investigado por abuso sexual de alunas da Escola Municipal Luiz Cândido de Oliveira, localizada em Ocara. Na ACP, o MPCE requer à Justiça a perda da função pública do professor, a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, bem como o pagamento de multa civil e a proibição de contratar com o Poder Público.
Conforme processo criminal que tramita na Vara Única da Comarca de Ocara, o professor teria, em distintas oportunidades durante o ano letivo de 2015, constrangido as vítimas, crianças que na época eram alunas dele e tinham apenas dez anos de idade, a praticarem atos diversos da conjunção carnal. No âmbito criminal, o réu teve suspenso o exercício das funções públicas de professor, bem como lhe foi proibido manter contato com vítimas e testemunhas.
“Ademais, por sua conduta, o agente público tem o dever jurídico de observar os princípios regentes da legalidade e da moralidade, de modo que abusar sexualmente de alunas enquanto se utilizava do cargo de professor e dentro da sala de aula está incorrendo na conduta típica descrita pelo artigo 11, inciso I, da lei de improbidade administrativa”, segundo consta na ACP ajuizada pelo MPCE.
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