Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ Extinção de penas levou Justiça rediscutir manutenção da prisão Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 21/09/2026 - 08:01 Rio de Janeiro © Reuters/Jose Lucena/Proibida reprodução Versão em áudio Marcinho VP , um dos líderes do Comando Vermelho , permanece recluso em presídio federal fora do Rio. A confirmação unânime da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça ocorreu após serem extintas, em abril, penas que ele cumpria. No entanto, dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça estadual permanecem em vigor. Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro requereu a manutenção cautelar no sistema federal até a conclusão do procedimento que decidirá definitivamente sobre a medida. O traficante completou, em 2026, 30 anos detido. Atualmente, está no presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Memória Processado e condenado por tráfico de drogas e homicídio...
Política- Nota de esclarecimento do deputado federal Heitor Freire acerca do vazamento de conversas com o presidente Jair Bolsonaro
Esclarecimento
Estão relacionando meu nome a uma divulgação de conversa do presidente Jair
Bolsonaro. Sim, tive essa conversa com o presidente Bolsonaro, mas afirmo, nunca
vazei qualquer áudio desse conteúdo e desconheço a origem da divulgação de
gravações que envolvem a minha pessoa. Isso é criminoso e passível das medidas
judiciais cabíveis.
Repito, jamais divulgaria conteúdo de conversas com o Presidente Bolsonaro. Sempre
estive na linha de frente na defesa do governo Bolsonaro e atritos internos do partido
não farão com que eu mude de posição.
Tenho com ele uma relação normal de diálogo entre os poderes legislativo e executivo,
e ele buscou resolver uma questão inerente ao partido ao qual é filiado. Repudio
qualquer tipo de gravação e divulgação de conversas com quem quer que seja.
Adotarei providências e solicitarei à Polícia Federal que investigue quem é o
responsável pela divulgação dos áudios, bem como das Fake News que tem por
objetivo causar desestabilização política e atentar contra a minha honra e a do
Presidente.
Heitor Freire
Estão relacionando meu nome a uma divulgação de conversa do presidente Jair
Bolsonaro. Sim, tive essa conversa com o presidente Bolsonaro, mas afirmo, nunca
vazei qualquer áudio desse conteúdo e desconheço a origem da divulgação de
gravações que envolvem a minha pessoa. Isso é criminoso e passível das medidas
judiciais cabíveis.
Repito, jamais divulgaria conteúdo de conversas com o Presidente Bolsonaro. Sempre
estive na linha de frente na defesa do governo Bolsonaro e atritos internos do partido
não farão com que eu mude de posição.
Tenho com ele uma relação normal de diálogo entre os poderes legislativo e executivo,
e ele buscou resolver uma questão inerente ao partido ao qual é filiado. Repudio
qualquer tipo de gravação e divulgação de conversas com quem quer que seja.
Adotarei providências e solicitarei à Polícia Federal que investigue quem é o
responsável pela divulgação dos áudios, bem como das Fake News que tem por
objetivo causar desestabilização política e atentar contra a minha honra e a do
Presidente.
Heitor Freire
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