Libertadores pode ter semifinais 100% brasileiras pela primeira vez Corinthians se junta a Flamengo, Palmeiras e Fluminense nas quartas Lincoln Chaves - Repórter da EBC Publicado em 21/08/2026 - 06:50 São Paulo © Reuters/Jean Carniel/proibida reprodução Versão em áudio A edição 2026 da Libertadores pode ser a primeira em que os quatro semifinalistas são do mesmo país. Para isso, será necessário que os quatro representantes do Brasil que ainda seguem na disputa do principal torneio de clubes da América do Sul vençam os confrontos que terão pela frente nas quartas de final. A sofrida classificação do Corinthians tornou o cenário possível. Na noite dessa quinta-feira (20), mesmo atuando a maior parte do segundo tempo com um a menos, o Timão despachou o Rosario Central ao vencer por 1 a 0 na Neo Química Arena, em São Paulo. Uma semana antes, na Argentina, os times empataram sem gols e os brasileiros também tiveram um jogador expulso: o volante Allan, a dez minutos do fim. Aos 12 min...
A 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) negou, nesta terça-feira (05/11), habeas corpus para acusado de tentar assassinar a ex-companheira, com uso de faca e barra de ferro, em maio deste ano, no Município de Morada Nova, distante 165 km de Fortaleza. O feminicídio (quando a mulher é morta em razão da condição de gênero) não ocorreu porque um vizinho da vítima tentou impedir as agressões físicas. A Polícia Militar interveio e prendeu o agressor em flagrante. Depois, teve a prisão preventiva decretada, em 19 de maio deste ano.
De acordo com os autos, ao tentar impedir o assassinato da mulher, o vizinho acabou sendo atingido com a barra de ferro, o que ocasionou sua queda e lesão na cabeça. A ex-companheira do acusado teve o braço direito lesionado. O crime teve como motivo o fim do relacionamento de 16 anos, devido às constantes agressões que ela sofria. Ele também justifica que foi insultado pela ex-mulher no dia anterior ao fato.
A defesa ingressou com habeas corpus (nº 0631071-65.2019.8.06.0000) no TJCE, vislumbrando o relaxamento da prisão, alegando excesso de prazo na formação da culpa e constrangimento ilegal. Em parecer, o Ministério Público do Ceará (MPCE) manifestou-se contra o pedido da defesa, requerendo a manutenção da prisão.
Ao analisar o pedido, a 3ª Câmara Criminal negou, por unanimidade, acompanhando o voto do relator, desembargador José Tarcílio Souza da Silva. Para o magistrado, “a custódia cautelar do autuado resta recomendada para garantia da ordem pública, pois conforme os autos, o acusado responde ou já respondeu por outros crimes, inclusive no contexto de violência doméstica”.
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