_Aviso de pauta_ *Governo do Ceará entrega premiação do sistema de Metas Integradas da Segurança Pública e mais viaturas com blindagem à PMCE* A manhã desta terça-feira (3) será de reconhecimento aos profissionais que contribuíram para a redução dos indicadores de violência no estado. A partir das 9h, no Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), em Fortaleza, o Governo do Ceará realiza a premiação do sistema de Metas Integradas da Segurança Pública (Misp) - ciclo 2025. A solenidade contará com a participação do governador Elmano de Freitas, do secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Sá, além dos chefes das vinculadas da pasta. Além de gratificar profissionais de todas as regiões do estado que contribuíram no combate a ações criminosas e no serviço à população, a premiação também reconhece os que mais se destacaram nos quesitos “Produtividade e Operacionalidade” e “Boas Práticas” com projetos que trazem inovação e eficiência. Na ocasião, também serão entregues ...
Os réus Artur Vaz Ferreira (vulgo Sayamen), Francisco das Chagas de Sousa (Chicó), Antonio Jonatan de Sousa Rodrigues (Zé Tronco), Willian Alves do Nascimento (Batata), Francisco Idson Lima de Sales (Idson), Alex Pinto de Oliveira Rodrigues e Murilo Borges de Araújo serão levados a júri popular. Eles foram pronunciados pela chacina na Cadeia Pública do Município de Itapajé, localizado a 122 km de Fortaleza.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), o crime ocorreu em 29 de janeiro de 2018. Todos eram integrantes ou aliados de organização criminosa, e mataram a tiros e facadas outros dez detentos: Francisco Elenilson de Sousa Braga (Leleu), Carlos Bruno Lopes Silva, Willian Aguiar da Silva, Manuel da Silva Viana (Pirrana), Francisco Helder Mendes Miranda, Francisco Emanuel de Sousa Araújo, Caio Mendes Mesquita, Francisco Davi de Sousa Mesquita, Francisco Mateus da Costa Mendes e Alex Alan de Sousa Silva. Todas as vítimas pertenciam à organização criminosa rival.
O crime foi praticado após emboscada, quando as celas foram abertas para o banho de sol dos detentos. No momento da execução, os acusados, com dois revólveres e facas, partiram para cima das vítimas, que estavam desarmadas e acuadas. O motivo seria o domínio do território do comércio de drogas e a prática de outros crimes resultantes do tráfico.
As defesas dos réus requerem a improcedência da denúncia por insuficiência de provas e negativa de autoria. Ao analisar o processo, a juíza Juliana Porto Sales, da 1ª Vara da Comarca de Itapajé, determinou a pronúncia dos envolvidos. “Estou convencida da existência de indícios suficientes de autoria dos denunciados a permitir o prosseguimento da acusação contra os réus, considerando o conjunto probatório dos autos”, explicou a magistrada na decisão, proferida nessa terça-feira (19/11).
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