Riotur abre inscrições em 24 de agosto para desfile de blocos em 2027 Carnaval de rua oficial da cidade vai começar em 16 de janeiro Alana Gandra - repórter da Agência Brasil Publicado em 17/08/2026 - 17:15 Rio de Janeiro © 31 12:06:21 Versão em áudio A Empresa de Turismo do Município do Rio de Janeiro (Riotur) vai abrir, no próximo dia 24, as inscrições para os blocos de rua interessados em desfilar no Carnaval 2027. O cadastramento se estenderá até o dia 24 de setembro e poderá ser feito exclusivamente pelo site riotur.prefeitura.rio . Primeira etapa oficial para a autorização dos desfiles, o registro permite que a Riotur e os demais órgãos públicos envolvidos planejem com antecedência toda a logística, segurança e infraestrutura necessárias para receber os cortejos por toda a cidade. O presidente da Riotur, Bernardo Fellows, lembrou que o carnaval de rua é uma das maiores expressões da cultura carioca, e que os blocos são parte fundamental dessa história. “A cada ano, novas in...
Os réus Artur Vaz Ferreira (vulgo Sayamen), Francisco das Chagas de Sousa (Chicó), Antonio Jonatan de Sousa Rodrigues (Zé Tronco), Willian Alves do Nascimento (Batata), Francisco Idson Lima de Sales (Idson), Alex Pinto de Oliveira Rodrigues e Murilo Borges de Araújo serão levados a júri popular. Eles foram pronunciados pela chacina na Cadeia Pública do Município de Itapajé, localizado a 122 km de Fortaleza.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), o crime ocorreu em 29 de janeiro de 2018. Todos eram integrantes ou aliados de organização criminosa, e mataram a tiros e facadas outros dez detentos: Francisco Elenilson de Sousa Braga (Leleu), Carlos Bruno Lopes Silva, Willian Aguiar da Silva, Manuel da Silva Viana (Pirrana), Francisco Helder Mendes Miranda, Francisco Emanuel de Sousa Araújo, Caio Mendes Mesquita, Francisco Davi de Sousa Mesquita, Francisco Mateus da Costa Mendes e Alex Alan de Sousa Silva. Todas as vítimas pertenciam à organização criminosa rival.
O crime foi praticado após emboscada, quando as celas foram abertas para o banho de sol dos detentos. No momento da execução, os acusados, com dois revólveres e facas, partiram para cima das vítimas, que estavam desarmadas e acuadas. O motivo seria o domínio do território do comércio de drogas e a prática de outros crimes resultantes do tráfico.
As defesas dos réus requerem a improcedência da denúncia por insuficiência de provas e negativa de autoria. Ao analisar o processo, a juíza Juliana Porto Sales, da 1ª Vara da Comarca de Itapajé, determinou a pronúncia dos envolvidos. “Estou convencida da existência de indícios suficientes de autoria dos denunciados a permitir o prosseguimento da acusação contra os réus, considerando o conjunto probatório dos autos”, explicou a magistrada na decisão, proferida nessa terça-feira (19/11).
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