Pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro Série B, Ceará e Fortaleza disputaram seus jogos na última sexta-feira (17). Jogando na Arena Independência, o Ceará saiu atrás do marcador diante do América/MG. Nos minutos finais da partida, Vina chutou de fora da área e empatou a partida para o Alvinegro, fechando o placar em 1 a 1. Com o empate, o Vovô chegou aos 19 pontos, permanecendo na 17ª posição. Mais tarde, foi a vez do Fortaleza receber o Novorizontino/SP na Arena Castelão. Logo aos três minutos do primeiro tempo, Vitinho aproveitou a falha da zaga e marcou o gol da vitória leonina por 1 a 0. O resultado positivo fez o Tricolor chegar aos 31 pontos, garantindo a 5ª colocação na tabela. As equipes voltam a campo neste meio de semana. Na terça-feira (21), o Fortaleza visita o Vila Nova/GO, às 21h35, no Estádio Onésio Brasileiro Alvarenga. Já o Ceará recebe o CRB/AL na quarta-feira (22), às 19h30, no Estádio Presidente Vargas. Guido Nobre Departamento de Comunicação Federação Cear...
Os réus Artur Vaz Ferreira (vulgo Sayamen), Francisco das Chagas de Sousa (Chicó), Antonio Jonatan de Sousa Rodrigues (Zé Tronco), Willian Alves do Nascimento (Batata), Francisco Idson Lima de Sales (Idson), Alex Pinto de Oliveira Rodrigues e Murilo Borges de Araújo serão levados a júri popular. Eles foram pronunciados pela chacina na Cadeia Pública do Município de Itapajé, localizado a 122 km de Fortaleza.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), o crime ocorreu em 29 de janeiro de 2018. Todos eram integrantes ou aliados de organização criminosa, e mataram a tiros e facadas outros dez detentos: Francisco Elenilson de Sousa Braga (Leleu), Carlos Bruno Lopes Silva, Willian Aguiar da Silva, Manuel da Silva Viana (Pirrana), Francisco Helder Mendes Miranda, Francisco Emanuel de Sousa Araújo, Caio Mendes Mesquita, Francisco Davi de Sousa Mesquita, Francisco Mateus da Costa Mendes e Alex Alan de Sousa Silva. Todas as vítimas pertenciam à organização criminosa rival.
O crime foi praticado após emboscada, quando as celas foram abertas para o banho de sol dos detentos. No momento da execução, os acusados, com dois revólveres e facas, partiram para cima das vítimas, que estavam desarmadas e acuadas. O motivo seria o domínio do território do comércio de drogas e a prática de outros crimes resultantes do tráfico.
As defesas dos réus requerem a improcedência da denúncia por insuficiência de provas e negativa de autoria. Ao analisar o processo, a juíza Juliana Porto Sales, da 1ª Vara da Comarca de Itapajé, determinou a pronúncia dos envolvidos. “Estou convencida da existência de indícios suficientes de autoria dos denunciados a permitir o prosseguimento da acusação contra os réus, considerando o conjunto probatório dos autos”, explicou a magistrada na decisão, proferida nessa terça-feira (19/11).
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