Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC) vem a público elucidar informações sobre o falecimento de Vicente de Paulo Simão Nascimento, em respeito à memória da vítima e diante do compromisso com a transparência institucional. A morte ocorreu em 12 de dezembro de 2025, durante a execução de serviços no Campus do Pici, em Fortaleza. Ele trabalhava na instituição como encarregado de metalurgia contratado pela empresa de terceirização Engnord Construções. Conforme apurado pela Auditoria Fiscal do Trabalho, o falecimento de Vicente de Paulo Simão Nascimento, embora tenha ocorrido durante o horário de trabalho e nas dependências da Universidade, não teve como causa um evento decorrente de suas atividades laborais na UFC. O laudo pericial constatou que o trabalhador realizava a instalação de forro de PVC, utilizando ferramentas manuais. Não foram identificados vazamentos de gases tóxicos no ambiente, tampouco a existência de outros fatores que pudessem expô-lo a choque elétrico. A...
"Com olhar revolucionário, Conta Médica se consolida entre as mais inovadoras do Brasil e gerencia uma carteira de mais de R$10 milhões em honorários médicos."
Nos últimos dois anos a indústria das Fintechs (startups que desenvolvem produtos financeiros totalmente digitais) no Brasil cresceu de forma acelerada. Um estudo realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) apontou que em 2018 o Brasil já se posicionava como o país da América Latina com o maior número de fintechs, cerca de 380.
De acordo com o Fintech Mining Report, estudo realizado pela Distrito Dataminer, esse número saltou para 553 fintechs em 2019, um aumento de 45% em relação ao ano passado, e esse número tende a crescer bastante nos próximos anos, tendo em vista o alto investimento no setor realizado por empresas nacionais e internacionais, que já ultrapassa R$1 bilhão por ano.
Uma particularidade do ambiente das fintechs brasileiras é que, das 553 empresas mapeadas, 115 focam em serviços de meios de pagamento, 87 em crédito e 66 em backoffice - que envolve serviços de gestão financeira e contabilidade. O restante das empresas está dividido entre as categorias de risco e compliance, criptomoedas, investimentos, finanças pessoais, entre outros.
As fintechs proporcionarem um conceito novo e moderno de gestão, e trazem uma série de benefícios em relação aos meios tradicionais.
Entre as vantagens do setor estão a redução considerável de custos operacionais, a desburocratização de processos, a eficiência no atendimento, a flexibilidade no controle dos serviços através de plataformas digitais e o desenvolvimento de soluções personalizadas de acordo com as necessidades dos clientes.
No Ceará, uma das fintechs que se destacam é a Conta Médica, empresa fundada em 2018, com DNA 100% cearense, e que tem como propósito solucionar dois dos problemas mais recorrentes na gestão financeira e contábil para médicos: a grande burocracia causada pela complexidade tributária e o controle dos procedimentos realizados pelo profissional.
"A Conta Médica é uma fintech diferente, pois já nasce surfando em um segundo movimento da onda das fintechs: a da super segmentação. Aproveitamos esse boom do mercado para abrir uma atuação específica focada em saúde. Com a preocupação de solidificar uma organização financeira os médicos estão buscando alternativas de serviços personalizadas. Sustentamos nossa solução em três pilares: comodidade, transparência e segurança. Entregamos uma contabilidade totalmente digital e o controle financeiro de uma forma simples e prática, na linguagem e no tempo do médico. Fazemos toda a cobrança e o faturamento, e sinalizamos tudo pelo nosso aplicativo, por meio de chat e notificações", afirma José Castelo Neto, CEO da Conta Médica.
Em dois anos de operação exclusiva para médicos, a fintech cearense já geriu uma carteira de mais de R$10 milhões em honorários e atende médicos de diversos estados brasileiros.
Sobre o assunto, o Colabora Inova conversou com o José Castelo Neto, CEO do Conta Médica.
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