Foto: Mariana Mourão/STF O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou, nesta quinta-feira (25), pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, investigado na Operação Compliance Zero, para substituir sua prisão preventiva por prisão domiciliar. O ministro determinou a transferência de Vorcaro para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha”. O banqueiro, que está preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, havia solicitado a prisão domiciliar, a ser cumprida preferencialmente em São Paulo, onde reside. A defesa argumentou que seu cliente negocia um acordo de colaboração premiada e que seria fundamental assegurar a ele condições adequadas de segurança. No entanto, a Polícia Federal (PF) apontou indícios de que integrantes do núcleo de apoio a Vorcaro continuam desempenhando papel relevante na condução de atividades relacionadas aos fatos investigados. Apontou, ainda, a identificação de “movimenta...
"Com olhar revolucionário, Conta Médica se consolida entre as mais inovadoras do Brasil e gerencia uma carteira de mais de R$10 milhões em honorários médicos."
Nos últimos dois anos a indústria das Fintechs (startups que desenvolvem produtos financeiros totalmente digitais) no Brasil cresceu de forma acelerada. Um estudo realizado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) apontou que em 2018 o Brasil já se posicionava como o país da América Latina com o maior número de fintechs, cerca de 380.
De acordo com o Fintech Mining Report, estudo realizado pela Distrito Dataminer, esse número saltou para 553 fintechs em 2019, um aumento de 45% em relação ao ano passado, e esse número tende a crescer bastante nos próximos anos, tendo em vista o alto investimento no setor realizado por empresas nacionais e internacionais, que já ultrapassa R$1 bilhão por ano.
Uma particularidade do ambiente das fintechs brasileiras é que, das 553 empresas mapeadas, 115 focam em serviços de meios de pagamento, 87 em crédito e 66 em backoffice - que envolve serviços de gestão financeira e contabilidade. O restante das empresas está dividido entre as categorias de risco e compliance, criptomoedas, investimentos, finanças pessoais, entre outros.
As fintechs proporcionarem um conceito novo e moderno de gestão, e trazem uma série de benefícios em relação aos meios tradicionais.
Entre as vantagens do setor estão a redução considerável de custos operacionais, a desburocratização de processos, a eficiência no atendimento, a flexibilidade no controle dos serviços através de plataformas digitais e o desenvolvimento de soluções personalizadas de acordo com as necessidades dos clientes.
No Ceará, uma das fintechs que se destacam é a Conta Médica, empresa fundada em 2018, com DNA 100% cearense, e que tem como propósito solucionar dois dos problemas mais recorrentes na gestão financeira e contábil para médicos: a grande burocracia causada pela complexidade tributária e o controle dos procedimentos realizados pelo profissional.
"A Conta Médica é uma fintech diferente, pois já nasce surfando em um segundo movimento da onda das fintechs: a da super segmentação. Aproveitamos esse boom do mercado para abrir uma atuação específica focada em saúde. Com a preocupação de solidificar uma organização financeira os médicos estão buscando alternativas de serviços personalizadas. Sustentamos nossa solução em três pilares: comodidade, transparência e segurança. Entregamos uma contabilidade totalmente digital e o controle financeiro de uma forma simples e prática, na linguagem e no tempo do médico. Fazemos toda a cobrança e o faturamento, e sinalizamos tudo pelo nosso aplicativo, por meio de chat e notificações", afirma José Castelo Neto, CEO da Conta Médica.
Em dois anos de operação exclusiva para médicos, a fintech cearense já geriu uma carteira de mais de R$10 milhões em honorários e atende médicos de diversos estados brasileiros.
Sobre o assunto, o Colabora Inova conversou com o José Castelo Neto, CEO do Conta Médica.
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