O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu nesta terça-feira (10) a atuação do tribunal e afirmou que a Corte "acerta mais do que erra". A declaração ocorreu durante a sessão da Primeira Turma que iniciou o julgamento de três deputados do PL por desvio de emendas parlamentares . Ao elogiar as sustentações dos advogados dos acusados, Dino reconheceu que o STF comente erros, mas ponderou que a Corte também tem acertos. "Esse Supremo que erra, erra como instituição humana, mas também acerta muito, acerta mais do que erra. As sustentações orais lembraram esse gigantesco acerto do STF, no momento em que há uma espécie de perda de equilíbrio no papel da cada instituição, especialmente em relação ao Supremo, mas não só", afirmou. A defesa da Corte ocorre no momento em que aos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes são criticados pelo suposto relacionamento pessoal com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, que foi preso na...
Em programa ao vivo na Jovem Pan FM, Augusto Nunes agride Glenn Greenwald, que revida. Grupo emite nota oficial sobre o caso
Em programa ao vivo na Jovem Pan FM, Augusto Nunes agride Glenn Greenwald, que revida. Grupo emite nota oficial sobre o caso
São Paulo - Chamado de covarde por Greenwald no Pânico de hoje (7), Nunes parte para agressão física. Produção da rádio pediu desculpas ao entrevistado e o Grupo Jovem Pan emitiu comunicado condenando a agressão
Os jornalistas Augusto Nunes e Glenn Greenwald chegaram as vias de fato durante a edição desta quinta-feira (7) do programa Pânico, no ar pela Jovem Pan FM 100.9 de São Paulo e rede. Greenwald era o convidado do dia e Nunes foi chamado para participar da entrevista. Após a confusão, o Pânico seguiu entrevistando Glenn, com a produção pedindo desculpas ao vivo pelo ocorrido .O Grupo Jovem Pan emitiu uma nota oficial sobre o caso, onde "repudia com veemência esses comportamentos" (relativos à ofensas e agressões ).
Logo no inicio da entrevista, Greenwald fez uma crítica ao comentário feito por Nunes sobre os seus filhos com o deputado David Miranda, este que foi ao ar em setembro passado, no programa Os Pingos nos Is. Glenn questionou Augusto se um juiz deveria investigar a sua família.
Na sequência, Augusto afirma que o comentário era uma ironia e que Glenn não sabia identificar isso e que se tratava de um "ataque bem-humorado". Nunes ainda disse que convidava Greenwald a provar em qual momento ele pediu que algum juizado investigasse a família do jornalista.
Na sequência, Greenwald reagiu chamando Nunes de covarde e afirmando que iria explicar o motivo. Nunes o interrompeu ao realizar uma tentativa de agressão, que não deu certo. Mas na sequência conseguiu atingir o rosto de Glenn. Após serem separados pela equipe do programa, Greenwald tentou revidar, mas não conseguiu.
Emilio Surita, âncora do programa, interrompeu a entrevista ao chamar o intervalo comercial na rádio e na internet. Após 12 minutos, o Pânico retornou ao ar com Glenn seguindo na bancada. A produção do programa pediu desculpas ao entrevistado pelo ocorrido e seguiu com a entrevista, que durou mais 1h30 (contando outros intervalos e o encerramento).
Edição completa do Pânico desta quinta-feira (7), com link a partir do inicio da entrevista / Fonte: Canal YouTube Programa Pânico Jovem Pan
Esta foi a terceira vez que Greenwald esteve como entrevistado do Pânico em 2019. Glenn é um jornalista norte-americano conhecido por ser fundador do The Intercept Brasil.
A situação entre Greenwald e Nunes virou o assunto mais pesquisado no Google Brasil no inicio desta tarde de quinta-feira (7), segundo a ferramenta Google Trends. E foi repercutido por vários dos principais veículos de comunicação do país, inclusive com declarações dos envolvidos e de pessoas próximas a elas.
Nota da emissora
Ainda na tarde desta quinta-feira (7), o Grupo Jovem Pan emitiu uma nota se posicionado sobre o caso. Acompanhe:
A Jovem Pan lamenta o episódio ocorrido ao vivo no programa Pânico desta quinta-feira (7) entre os jornalistas Augusto Nunes e Glenn Greenwald.
Defensora vigilante dos princípios democráticos, do pluralismo de ideias e da liberdade de expressão, a Jovem Pan sempre abriu suas portas para convidados de diferentes campos ideológicos e com opiniões dissonantes, para que cada brasileiro forme seu juízo tendo acesso a visões variadas sobre os temas mais relevantes do momento.
Uma das principais marcas do Pânico é receber personalidades para o debate aberto e franco, bem-humorado e eventualmente ácido. Glenn Greenwald já participou da bancada em diversas outras oportunidades.
A liberdade de expressão e crítica concedida pela Jovem Pan a seus comentaristas e convidados, contudo, não se estende a nenhum tipo de ofensas e agressões. A empresa repudia com veemência esses comportamentos.
Grupo Jovem Pan
Logo no inicio da entrevista, Greenwald fez uma crítica ao comentário feito por Nunes sobre os seus filhos com o deputado David Miranda, este que foi ao ar em setembro passado, no programa Os Pingos nos Is. Glenn questionou Augusto se um juiz deveria investigar a sua família.
Na sequência, Augusto afirma que o comentário era uma ironia e que Glenn não sabia identificar isso e que se tratava de um "ataque bem-humorado". Nunes ainda disse que convidava Greenwald a provar em qual momento ele pediu que algum juizado investigasse a família do jornalista.
Na sequência, Greenwald reagiu chamando Nunes de covarde e afirmando que iria explicar o motivo. Nunes o interrompeu ao realizar uma tentativa de agressão, que não deu certo. Mas na sequência conseguiu atingir o rosto de Glenn. Após serem separados pela equipe do programa, Greenwald tentou revidar, mas não conseguiu.
Emilio Surita, âncora do programa, interrompeu a entrevista ao chamar o intervalo comercial na rádio e na internet. Após 12 minutos, o Pânico retornou ao ar com Glenn seguindo na bancada. A produção do programa pediu desculpas ao entrevistado pelo ocorrido e seguiu com a entrevista, que durou mais 1h30 (contando outros intervalos e o encerramento).
Edição completa do Pânico desta quinta-feira (7), com link a partir do inicio da entrevista / Fonte: Canal YouTube Programa Pânico Jovem Pan
Esta foi a terceira vez que Greenwald esteve como entrevistado do Pânico em 2019. Glenn é um jornalista norte-americano conhecido por ser fundador do The Intercept Brasil.
A situação entre Greenwald e Nunes virou o assunto mais pesquisado no Google Brasil no inicio desta tarde de quinta-feira (7), segundo a ferramenta Google Trends. E foi repercutido por vários dos principais veículos de comunicação do país, inclusive com declarações dos envolvidos e de pessoas próximas a elas.
Nota da emissora
Ainda na tarde desta quinta-feira (7), o Grupo Jovem Pan emitiu uma nota se posicionado sobre o caso. Acompanhe:
A Jovem Pan lamenta o episódio ocorrido ao vivo no programa Pânico desta quinta-feira (7) entre os jornalistas Augusto Nunes e Glenn Greenwald.
Defensora vigilante dos princípios democráticos, do pluralismo de ideias e da liberdade de expressão, a Jovem Pan sempre abriu suas portas para convidados de diferentes campos ideológicos e com opiniões dissonantes, para que cada brasileiro forme seu juízo tendo acesso a visões variadas sobre os temas mais relevantes do momento.
Uma das principais marcas do Pânico é receber personalidades para o debate aberto e franco, bem-humorado e eventualmente ácido. Glenn Greenwald já participou da bancada em diversas outras oportunidades.
A liberdade de expressão e crítica concedida pela Jovem Pan a seus comentaristas e convidados, contudo, não se estende a nenhum tipo de ofensas e agressões. A empresa repudia com veemência esses comportamentos.
Grupo Jovem Pan

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