Num dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa superou a marca de 191 mil pontos e bateu o 13º recorde do ano. O dólar caiu pela quarta vez seguida e voltou a alcançar o menor valor em 20 meses. O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta terça-feira (24) aos 191.490 pontos, com alta de 1,4%. As ações de todos os principais setores subiram, beneficiadas pelo ingresso de capital externo no Brasil. Em fevereiro, a bolsa brasileira sobe 5,58%. Em 2025, o ganho chega a 18,85%. O mercado de câmbio também teve um dia de otimismo. O dólar comercial fechou vendido a R$ 5,155, com recuo de R$ 0,013 (-0,26%). A cotação iniciou o dia próxima da estabilidade, mas despencou no fim da manhã, quando o governo de Donald Trump anunciou a imposição de uma tarifa global de 10% para as importações dos Estados Unidos. A moeda estadunidense está no menor valor desde 28 de maio de 2024, quando também estava em R$ 5,15. A divisa acumula queda de 1,76% em fevereiro e de 6,08% em 2026. ...
O economista Lauro Chaves Neto é o novo assessor econômico da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). Uma das missões do economista junto à FIEC será simplificar e aproximar os assuntos econômicos do dia a dia do industrial e dos sindicatos.
Lauro Chaves Neto é conselheiro do Conselho Federal de Economia (Cofecon) e professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Graduado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com MBA em Contabilidade e Finanças pela FGV SP, Chaves Neto é mestre em Administração pela Uece e PhD em Desenvolvimento Regional e Planejamento Territorial pela Universidade de Barcelona. Com 30 anos de atuação em Estratégia e Finanças nas áreas pública e privada, foi, ainda, presidente do Conselho Regional de Economia e do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças.
Lauro Chaves Neto é conselheiro do Conselho Federal de Economia (Cofecon) e professor da Universidade Estadual do Ceará (Uece). Graduado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com MBA em Contabilidade e Finanças pela FGV SP, Chaves Neto é mestre em Administração pela Uece e PhD em Desenvolvimento Regional e Planejamento Territorial pela Universidade de Barcelona. Com 30 anos de atuação em Estratégia e Finanças nas áreas pública e privada, foi, ainda, presidente do Conselho Regional de Economia e do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças.
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