O Fantasma de 1877 e o Alerta de 2027: O Reciprocidalismo Como Escudo Contra o Novo El Niño Ph.D. Nizomar Falcão Engenheiro Agrônomo - Ematerce A história existe como um espelho retrovisor indispensável à civilização: olhamos para o passado para não colidirmos com os mesmos erros no futuro. Contudo, diante das previsões meteorológicas que apontam para a possibilidade de um fenômeno El Niño de proporções excepcionais entre 2026 e 2027, o espelho reflete uma imagem incômoda. Parece que, no tocante às políticas públicas para o Semiárido brasileiro, o Estado pouco aprendeu com a tragédia da Grande Seca de 1877, que dizimou centenas de milhares de nordestinos sob a égide da negligência e do improviso. Quase 150 anos separam o flagelo imperial do nosso atual cenário. A diferença fundamental é que, hoje, a ignorância deixou de ser um álibi. Se no século XIX o clima era um mistério insondável, no século XXI possuímos inteligência climática de ponta (por meio de órgãos como a Funceme) e...
10 de novembro de 2019
Teatro RioMar Fortaleza
Ligadas desde o início dos anos 1970, quando, em seu álbum de estreia, Simone gravou uma canção de Ivan Lins (“Chegou a hora”), as carreiras desses dois ícones da MPB se cruzaram muitas vezes. Desde então, como que seguindo a mensagem contida em “Começar de novo” (um clássico da dupla Ivan Lins e Vitor Martins também lançado pela cantora baiana), eles têm se reencontrado, sempre renovados, prontos para novos desafios.
Agora, com direção de Zélia Duncan, direção musical de Delia Fischer e cenários e figurinos de Simone Mina, SIMONE volta a cantar clássicos de Ivan Lins gravados pela cantora nas últimas décadas. No repertório, entre outras pérolas, estão garantidas “Começar de novo”, “Antes que seja tarde”, “Desesperar”, “Atrevida”, “Bilhete” e “Daquilo que eu sei”.
Nascida em Salvador, a “baiana da gema" Simone Bittencourt de Oliveira mostrou desde cedo a paixão pela música. Talento que, durante a adolescência e a juventude, dividiu com o basquete - como jogadora profissional, ela foi convocada duas vezes para a seleção brasileira, participando do campeonato mundial em 1971. No ano seguinte, para a sorte da MPB, após uma contusão, ela trocou as quadras pelos estúdios da Odeon, onde gravou seu álbum de estreia, lançado em março de 1973. O primeiro de uma grande obra, que a consagrou como uma das mais expressivas vozes da canção brasileira e a maior vendedora de discos nos anos 1980.
Serviço:
Local: Teatro RioMar Fortaleza - R. Des. Lauro Nogueira, 1500 - 3001 - Papicu, Fortaleza
Data: 10 de novembro de 2019
Hora: domingo às 20h
Vendas Oline: uhuu.com
Vendas ponto físico: Bilheteria do Teatro
Horário de funcionamento:
Terça a sábado – 12h às 21h
Domingos e feriados – 14h às 20h
Valores:
Plateia baixa - R$ 120 (meia), R$ 240 (inteira)
Plateia alta: R$ 90 (meia), R$ 180 (inteira)

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