Hospital Peter Pan recebe jogadores da Seleção Brasileira e Italiana do ano de 94


Os atletas estão em Fortaleza para reviver a partida final da Copa de 94 em comemoração aos 25 anos da conquista do tetracampeonato pelo time brasileiro
Os jogadores da Seleção Brasileira e Italiana de Futebol do ano de 1994 realizaram uma visita ao Hospital Peter Pan na manhã desta quarta-feira (08). Estiveram presentes o ex-técnico Carlos Alberto Parreira, Taffarel, Gilmar, Márcio Santos, Aldair, Ricardo Rocha, Ronaldão, Washington ‘Coração Valente’ (Brasil), Gianfranco Zola, Albertine Demetrio, Pierluigi Casiraghi, Francesco de Martino e Christian Panucci (Itália).  
Além dos atletas, membros da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o Canarinho, mascote oficial do time brasileiro, também marcaram presença no hospital. Na ocasião foram doadas para a instituição bolas e uma blusa autografada pela atual Seleção Brasileira.
Carlos Alberto Parreira fala sobre o impacto de uma ação social como esta. “Em uma visita como esta, nós ganhamos mais do que os pacientes e os pais. Aqui, nós podemos enxergar esse lindo e importante trabalho feito pela Associação Peter Pan, vemos essas crianças que enfrentam uma realidade difícil e mesmo assim continuam sorrindo. Então para nós é um prazer participar de um momento como este”.
O ex-jogador italiano, Christian Panucci, pontua sobre o papel do esporte na vida de crianças e adolescentes. “É de suma importância que o esporte seja incentivado na infância e adolescência, não apenas o futebol. Os governantes exercem um papel central na garantia desse direito. O esporte tem mudado a vida de muitas pessoas, tirando-as das ruas e da marginalidade”.
Um dos grandes nomes do futebol brasileiro, Taffarel fez a festa com a garotada. Alegre, divertido e sempre com um sorriso no rosto, o ex-goleiro deixou uma mensagem de solidariedade e altruísmo. “A gente tem que olhar um pouco para o próximo, ajudar no que o outro está precisando. Hoje, aqui no hospital, nós hoje uma realidade difícil, uma criança que passa por um tratamento doloroso, um pai que vivencia isso. Cada vez mais o ser humano precisa trabalhar a empatia”, finaliza ele.

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