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Nordeste pode (deve) ganhar usina híbrida de energia


Futura planta, movida a biogás e energia solar, deverá produzir 24 horas e será alternativa às termelétricas movidas a combustíveis fósseis


O grupo Alexandria, que desenvolve projetos na área de energia solar e tecnologia, inicia neste mês em parceria com empresas do setor sucroalcooleiro da região nordeste, estudos de viabilidade para a construção de uma usina híbrida de geração de energia, a partir de biogás e painéis fotovoltaicos.

A ideia é criar uma plataforma de produção ininterrupta de energia elétrica, suprindo as necessidades da região com um produto mais barato e menos poluente do que a fornecida pelas termelétricas a combustíveis fósseis.
A existência de produtores de cana na região Nordeste pode resolver uma lacuna das usinas solares tradicionais, que é a impossibilidade de produzir no período noturno.
“Uma usina híbrida que funcione 24 horas conseguirá oferecer energia de forma ininterrupta, além de ser uma oportunidade de redução de passivos ambientais ao utilizar rejeitos e dejetos”, explica Alexandre Brandão, CEO do Grupo Alexandria, que atualmente constrói três usinas solares de grande porte na região – uma no Ceará, uma na Paraíba e outra em Pernambuco.
A expectativa do executivo é que os estudos técnicos para a construção da nova usina comecem ainda este ano.

Sobre a Alexandria
A Alexandria é uma empresa que combina experiência e amplo conhecimento em energia e no mundo financeiro. Com espírito inovador e foco em tecnologia, estamos estruturados por uma rede de pessoas com grande expertise em inovação e investimento.
Em dois anos de atuação, a Alexandria já conta com 20 MW entre usinas de energia solar instaladas ou em fase de construção. Empresas do portfólio: Fundo Pátria, Martins, Fertipar, Grupo Muffato, UFPR, UTFPR, UBEC, Grupo Marista, Grupo Positivo, Marisol, entre outros.
 Site: www.alexandria.solar

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