Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) distribuiu o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. Essa unidade é especializada em julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio, feminicídio, induzimento ao suicídio, entre outros. Inicialmente, o caso foi reportado como suicídio. Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação apura o crime como morte suspeita, e a tipificação pode ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito. “A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares para subsidiar as investigações. O caso é rigorosamente apurado, sob sigilo, co...
Nesta quinta-feira (30/1), a Polícia Federal cumpriu um mandado de busca e apreensão em uma empresa de fachada na cidade de Aurora-CE e outro na casa de um empresario do ramo de construção em Várzea Alegre-CE.
A empresa ganhadora da licitação subcontratava o empreiteiro para manutenção das estradas vicinais no município de Várzea Alegre, realizando as obras de baixa qualidade na execução e com irregularidades ambientais e trabalhistas .
Os mandados de busca têm por objetivo arrecadar documentação que comprove as irregularidades nas licitações e superfaturamentos nas obras.
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