Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o recurso especial do Comité Interprofessionnel du Vin de Champagne (CIVC) que buscava proibir uma empresa brasileira do ramo de vestuário de utilizar a denominação "champagne" em sua marca. O colegiado entendeu que a proteção da indicação geográfica da bebida está restrita ao seu ramo de atividade e que não há risco de confusão entre empresas que atuam em negócios distintos. De acordo com o CIVC, a utilização do nome configuraria aproveitamento parasitário e diluição da denominação de origem, causando prejuízo à coletividade titular da identidade. A entidade requereu que a empresa fosse proibida de usar a expressão, sob pena de multa diária, e que lhe pagasse uma indenização por danos morais. Os pedidos foram rejeitados em primeira e segunda instância. Entre outros fundamentos, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) considerou que as empresas atuam em ramos distintos, o que afasta a possibilidade ...
A Ypióca, marca da Diageo, líder mundial na produção de bebidas alcoólicas premium e proprietária das marcas Johnnie Walker e Smirnoff, tem três rótulos indicados, por votação popular, ao título de Cachaça do Ano no concurso IV Ranking Cúpula da Cachaça. Ypióca Cinco Chaves e Ypióca 150, de categoria premium, além da clássica Ypióca Ouro estão entre as 250 cachaças mais queridas, escolhidas por 33 mil pessoas. Na segunda etapa do concurso, especialistas vão apontar as 50 cachaças para seguirem à fase final de degustação às cegas, em março.
Envelhecidas em barris de madeiras nobres, como carvalho e bálsamo, as cachaças premium da Ypióca são exemplos da tendência mundial da premiunização de bebidas, em sintonia com um crescente comportamento de consumo que valoriza a qualidade. Além de inovação e qualidade, Ypióca carrega em seu DNA a tradição por ser a marca de cachaça mais antiga do Brasil; existe desde 1846.
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