A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (12) o uso do medicamento Sunlenca (lenacapavir) para prevenção do HIV-1, como profilaxia pré-exposição (PrEP). O fármaco tem alta eficácia contra o vírus e, além da apresentação em compromido, para uso oral, está disponível como injeção subcutânea que só precisa ser administrada a cada seis meses, o que facilita a adesão. A indicação é destinada a adultos e adolescentes a partir de 12 anos, com peso mínimo de 35 kg, que estejam sob risco de contrair o vírus. Antes de iniciar o tratamento, é obrigatório realizar teste com resultado negativo para HIV-1. Os estudos clínicos apresentados demonstraram 100% de eficácia do Sunlenca na redução da incidência de HIV-1 em mulheres cisgênero; além de 96% de eficácia em comparação com a incidência de HIV de base e 89% superior à PrEP oral diária. O regime de injeções semestrais mostrou boa adesão e persistência, superando desafios comuns...
Aeroporto de Fortaleza - PF prende estrangeiro por atos atentatórios à segurança de voo internacional
Ação PF
A ação se deu quando o comandante da aeronave solicitou pouso emergencial no aeroporto cearense para desembarque de passageiro irlandês, que apresentou comportamento antissocial
Publicado: 11/02/2020 14h10Última modificação: 11/02/2020 14h10
Arquivo PF
A Polícia Federal prendeu na madrugada desta terça-feira (11/2) um homem, nacional da Irlanda, por atos atentatórios à segurança de um voo proveniente de Paris com destino a Guarulhos/SP.
A ação se deu quando o comandante da aeronave solicitou pouso emergencial nesta capital para desembarque do irlandês, que apresentou comportamento antissocial. Segundo relato do comandante, o incidente causado pelo passageiro acabou em agressão física a um dos tripulantes. Os policiais federais efetuaram a retirada compulsória do estrangeiro, que foi encaminhado para atendimento médico.
Após a liberação médica, o preso foi conduzido à sede da Superintendência da Polícia Federal no Ceará e autuado pelos crimes de expor a perigo a aeronave e de lesão corporal, cujas penas, somadas, podem chegar a 6 anos de prisão.
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