O Tribunal do Júri de Iguatu acatou tese do Ministério Público do Ceará e condenou, na última terça-feira (27/01), Raimundo Aurilan da Silva a cinco anos, seis meses e 15 dias de prisão, em regime semiaberto, pela tentativa de assassinato de R.A.L. O crime, ocorrido no dia 05 de maio de 2024, no bairro Cocobó, em Iguatu, teria sido motivado por ciúmes. Conforme a denúncia da Promotoria de Justiça da comarca, na madrugada do crime, Raimundo Aurilan proferiu diversas ofensas contra a mulher, acusando-a de ter um caso com a ex-companheira dele. Após discutirem, o réu empurrou a vítima e tentou agredi-la, sendo contido por vizinhos. A mulher, então, se afastou do local, indo para uma esquina, mas Raimundo Aurilan a seguiu e desferiu contra ela dois golpes de faca no abdome, não consumando o assassinato apenas porque a faca quebrou. O réu foi preso em flagrante e estava detido desde então. Diante do ocorrido, o MP do Ceará denunciou, em 09 de agosto de 2024, Raimundo Aurilan por tenta...
O presidente do PSDB Ceará, ex-senador Luiz Pontes, lamenta os desdobramentos da paralisação de policiais bombeiros e militares no Ceará, na forma como o movimento vem sendo utilizado como palanque político para exploração em ano eleitoral. A crítica do dirigente tucano tem ainda como alvo a deputada federal Major Fabiana (PSL-RJ), que compôs comissão de parlamentares liderados por Capitão Wagner (Pros) com propósito de mediar o conflito, mas que deixou o Ceará fazendo críticas ao governador Camilo Santana, após não ser recebida por ele no Palácio da Abolição.
“Me causa estranheza o oportunismo político de alguns que veem na desgraça dos outros um caminho para tirar proveito e se projetar politicamente. Mais estranho ainda é ouvir declarações de uma deputada federal pelo Rio de Janeiro vir ao Ceará para dar lições sobre como resolver o motim dos policiais militares em nosso Estado. Como militar, ela não consegue aplicar seus conhecimentos que diz ter na área para corrigir os graves problemas de segurança pública que afligem o seu estado“, afirma Luiz Pontes
Para o presidente do PSDB, a questão não é a luta dos policiais por direitos, mas o uso que tem sido feito desse movimento para projetar projetos de poder político de terceiros. “Tem gente surfando na onda do caos e se aproveitando da luta por direitos dos PMs como palanque político”, reitera o presidente do PSDB. Sobre a vinda de parlamentares de outros estados nesse momento de crise, ele afirma que “o Ceará tem gestores com capacidade gerencial reconhecida e que são capazes de encontrar soluções para os nossos problemas.
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