Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
Toda a sociedade é convidada a ser protagonista nesta ação, para que mais EPIs sejam produzidos e enviados aos profissionais que estão atuando na linha de frente da pandemia. Doações de qualquer valor podem ser transferidas para a conta do IDESCO (instituto sem fins lucrativos ligado à UECE): Banco do Brasil, Agência: 3515-7, C/C: 15.695-7, CNPJ: 05.980.053/0001-30, Instituto Desenvolvimento, Estratégia e Conhecimento - IDESCO.
Para produzir os EPIs, o CriarCE conta com o apoio de voluntários e comunidade civil, que têm doado ainda materiais e mão-de-obra. Com esta parceria, mais de 4 mil Face Shields já foram entregues, para cerca de 100 unidades de saúde, em 22 cidades do Ceará e de outros Estados. Além das faces shields, está sendo validada a produção de óculos de proteção, vídeo laringoscópio de baixo custo e ventiladores pulmonares em 3 linhas diferentes: automatizado do Ambu, ar comprimido direto e pneumático.
Toda a produção é entregue de forma 100% gratuita a hospitais e profissionais da saúde que solicitam a demanda via formulário.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.