Teto de loja de roupas desaba no Brás, em São Paulo Cerca de 20 pessoas estão retidas em um cômodo, segundo Bombeiros Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil Publicado em 06/11/2026 - 21:15 São Paulo Versão em áudio O teto de uma loja de roupas desabou no Brás, na capital paulista, na noite desta sexta-feira (6). O estabelecimento fica na Rua Maria Joaquina, número 192. Equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil de São Paulo atuam no atendimento da ocorrência. Ao todo, 17 viaturas e 51 bombeiros foram mobilizados para a operação, que está em andamento. Informações preliminares do Corpo de Bombeiros indicam que cerca de 20 pessoas estão retidas em um cômodo cuja laje não foi atingida pelo desabamento. A princípio, segundo a corporação, elas não apresentam ferimentos. Há possibilidade de outras vítimas sob os escombros. Até o momento, não há informações sobre mortes.
A Empresa de Distribuição de Energia (Enel) deve disponibilizar, em até 48h, energia elétrica para o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Quixeramobim. A decisão liminar foi proferida na sexta-feira (03/04) pela juíza Kathleen Nicola Kilian, titular da Vara Única da Comarca.
De acordo com o processo (nº 0219995-72.2020.8.06.0001), em razão da pandemia causada pela Covid-19, o município vem preparando estrutura para tratamento direto e indireto dos efeitos da doença, entre elas, a abertura de um CAPS. Ocorre que a Enel ainda não efetuou a ligação da energia no local, o que está inviabilizando o funcionamento do equipamento da rede de saúde para atendimento de pacientes locais.
Por isso, o município ajuizou ação na Justiça para que a empresa resolva a situação. Ao apreciar o caso, a magistrada concedeu provimento ao pedido liminar. Em caso de descumprimento, fixou multa diária de R$ 100 mil.
“A energia elétrica é um serviço essencial, ainda mais quando fornecida ao Poder Público, na figura do Município de Quixeramobim, na função de responsável por gerir estabelecimentos que beneficiam grande número de pessoas e prestam serviços hábeis a tutelar os direitos e garantias fundamentais garantidos pela Constituição Federal”, disse a juíza na decisão.
Ainda segundo a magistrada, “é que o direito à saúde impõe a necessária adoção de medidas preventivas pelo Ente Municipal para garantia do adequado acesso à saúde pela população em um contexto pandêmico como o que assola o planeta, o que ordena medidas céleres e efetivas para ampliação da malha de saúde, que é o que se objetiva com a ligação da energia elétrica no CAPS Municipal”.
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