Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
Ampliação de equipamentos médicos faz parte do compromisso da empresa no combate ao novo coronavírus
Em meio às novas formas de tratamento da Covid-19, as empresas estão se reinventando para auxiliar no combater à doença. O Sistema Hapvida, que já possui tecnologia de ponta em equipamentos médicos, investe em um novo serviço para proteção médica no tratamento da nova doença viral. Em breve, o dispositivo estará presente em todos os hospitais e prontos atendimentos da rede própria do Brasil.
Trata-se de um dispositivo para entubação simples de ser feito e fornece uma proteção física entre o médico e a cabeça do paciente sem prejudicar o procedimento.
De acordo com o Superintendente Nacional da Rede Própria do Sistema Hapvida, Anderson Nascimento, esse é mais um investimento que vai trazer mais segurança para os médicos e pacientes. "Nesse momento, além das técnicas que já temos, é preciso se reinventar, buscar novas formas de manter a segurança de todos dentro dos hospitais".
Além de todo reforço diário de insumos para os hospitais do Sistema Hapvida nesse período de pandemia, este novo dispositivo médico vem para somar à corrente mundial para diminuição de casos de Covid-19.
O dispositivo não é EPI, é apenas um dispositivo de proteção a mais para os médicos..Não entra em contato com o paciente
Por isso não necessita de aprovação da Anvisa.
*Sobre o Sistema Hapvida*
Com mais de 6 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como o maior sistema de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, América, Promed e Ame, RN Saúde, além da operadora Hapvida. Atua com mais de 30 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais 14 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 42 hospitais, 160 clínicas médicas, 42 prontos atendimentos, 126 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.
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