Resultado foi celebrado pelo governador Elmano de Freitas, que destacou a parceria entre o Governo do Estado e o setor produtivo A economia cearense registrou crescimento acima da média nacional em 2025, com o Produto Interno Bruto (PIB) do estado avançando 2,87%. O dado foi divulgado pelo governador Elmano de Freitas nesta terça-feira (24), por meio de uma postagem nas redes sociais. De acordo com o chefe do Executivo estadual, que celebrou o resultado, o avanço é reflexo do trabalho conjunto entre o Governo do Estado e o setor produtivo. “Esse resultado é fruto de muito trabalho e parceria com o setor produtivo, garantindo mais investimentos, empregos e oportunidades para o nosso povo”, destacou. O governador Elmano de Freitas também informou que mais detalhes sobre o desempenho da economia cearense serão divulgados pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), que apresentará, nesta terça (24), às 14h, dados sobre os setores responsáveis pelo crescimento ...
A produção industrial nacional cresceu 0,5% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar disso, a indústria recuou 0,4% na comparação com fevereiro de 2019.
Houve quedas também no acumulado do ano (-0,6%) e no acumulado de 12 meses (-1,2%), segundo os dados divulgados hoje.
Na passagem de janeiro para fevereiro, 15 das 26 atividades pesquisadas tiveram crescimento na produção, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (2,7%), outros produtos químicos (2,6%), produtos alimentícios (0,6%), celulose, papel e produtos de papel (2,4%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,2%) e produtos de borracha e de material plástico (2,1%).
As máquinas e equipamentos mantiveram o mesmo nível de produção de janeiro. Dez atividades tiveram queda, entre elas produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (-1,8%), equipamentos de informática e produtos eletrônicos (-5,8%) e outros equipamentos de transporte (-8,7%).
Entre as quatro grandes categorias de uso, a maior alta foi percebida entre os bens de capital, isto é, as máquinas e os equipamentos usados no setor produtivo (1,2%), e entre os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,5%). Os bens de consumo tiveram queda: bens duráveis (-0,7%) e semi e não duráveis (-0,2%).
Houve quedas também no acumulado do ano (-0,6%) e no acumulado de 12 meses (-1,2%), segundo os dados divulgados hoje.
Na passagem de janeiro para fevereiro, 15 das 26 atividades pesquisadas tiveram crescimento na produção, com destaque para veículos automotores, reboques e carrocerias (2,7%), outros produtos químicos (2,6%), produtos alimentícios (0,6%), celulose, papel e produtos de papel (2,4%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (3,2%) e produtos de borracha e de material plástico (2,1%).
As máquinas e equipamentos mantiveram o mesmo nível de produção de janeiro. Dez atividades tiveram queda, entre elas produtos derivados de petróleo e biocombustíveis (-1,8%), equipamentos de informática e produtos eletrônicos (-5,8%) e outros equipamentos de transporte (-8,7%).
Entre as quatro grandes categorias de uso, a maior alta foi percebida entre os bens de capital, isto é, as máquinas e os equipamentos usados no setor produtivo (1,2%), e entre os bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (0,5%). Os bens de consumo tiveram queda: bens duráveis (-0,7%) e semi e não duráveis (-0,2%).
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