Ministro da Educação Leonardo Barchini visitou as obras do campus São Gerardo (Foto: Filiphe Sá/IFCE) Nesta quinta-feira (25), o ministro da Educação, Leonardo Barchini, e o Secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli, visitaram as obras dos novos campi do Instituto Federal do Ceará (IFCE) em Fortaleza. Também integraram a comitiva o reitor do IFCE, Wally Menezes; os pró-reitores Cristiane Borges e Reuber Saraiva; os assessores especiais do gabinete Ivam Holanda e Daniel Castro; o diretor de Relações Institucionais Virgilio Araripe; e os diretores-gerais Adriana Guimarães e Jarbas Martins. "A nossa meta é chegar aos mil Institutos Federais no Brasil todo e, obviamente, o Instituto Federal do Ceará também será contemplado", declarou o ministro Leonardo Barchini na visita, que também foi acompanhada por estudantes de cursos técnicos e superiores dos campi Fortaleza e Caucaia. As novas unidades do IFCE em Fortaleza ficarão localizadas em terrenos do...
Artesãos e cabelereiros estão entre novas classes de beneficiados
O plenário do Senado Federal, em sessão remota, aprovou por unanimidade (81 votos) o texto substitutivo do PL 873/2020, que amplia o auxílio emergencial de R$ 600 previsto na Lei nº 13.982/2020 para categorias de trabalhadores ainda não contempladas e que tenham perdido renda em função da pandemia do novo coronavírus.
Com a decisão, o Congresso Nacional incluiu mais de 20 categorias na lista do benefício, entre eles extrativistas, assentados da reforma agrária, artesãos, profissionais da beleza (como cabeleireiros), ambulantes que comercializem alimentos, diaristas, garçons, motoristas de aplicativos, taxistas e catadores de recicláveis.
O texto aprovado proíbe que instituições financeiras façam descontos ou compensações sobre o valor do auxílio emergencial, mesmo que o beneficiário esteja em débito com a Caixa Econômica Federal ou outra instituição responsável pelo pagamento do auxílio.
O substitutivo proíbe a recusa de concessão do auxílio emergencial a trabalhador civilmente identificado sem CPF ou título de eleitor regularizado e estabelece, também, mecanismos de regularização do CPF.
O projeto original é do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e foi aprovado na casa por unanimidade. A proposta foi alterada na Câmara dos Deputados e, por isso, o texto substitutivo teve que voltar à apreciação do Senado. Com a nova votação no Senado, o projeto agora deve ser sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro.
*Com informações da Agência Senado
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