Trem-AP é um dos invictos da Série D Divulgação / Trem A sexta rodada da fase de grupos da Série D do Brasileiro pode começar a indicar com mais precisão aqueles clubes que são favoritos a passar à segunda etapa da competição. Dos 96 times em disputa, 15 permanecem invictos. Portanto, com boas chances de avançar. Cada grupo tem seis equipes. As quatro mais bem pontuadas seguem na disputa ao fim da fase inicial. Os invictos, até o momento, são Manauara e São Raimundo (Grupo 1), Araguaína e Guaporé (Grupo 2), Gama e Brasiliense (Grupo 3), Goiatuba (Grupo 4), Trem e Águia de Marabá (Grupo 5), Iguatu (Grupo 6) e Fluminense-PI (Grupo 7). Também não perderam nenhum jogo ainda Serra Branca (Grupo 9), Portuguesa-SP (Grupo 13), XV de Piracicaba (Grupo 14) e Joinville (Grupo 15). Os jogos da sexta rodada da Série D vão ser disputados neste fim de semana, no sábado e no domingo.
Colaboradores do Hospital Regional Norte (HRN), do Governo do Estado, administrado pelo Instituto de Saúde e Gestão Hospitalar (ISGH) passaram por uma série de treinamentos ao longo dos últimos meses. A capacitação é voltada para a apresentação de fluxos assistenciais e operacionais para os serviços de assistência e apoio relacionados ao tratamento dos casos suspeitos de coronavírus. A organização das abordagens foi uma ação do Comitê Interno de Combate ao Coronavírus do HRN e contou com apoio e intensa participação dos coordenadores de áreas assistenciais e de apoio e da Comissão de Controle e Infecção Hospitalar (CCIH).
"Desenvolvemos uma proposta de treinamento para atender de maneira mais eficiente essa demanda relacionada ao coronavírus", avalia a diretora de gestão e atendimento, Juliana Mendes Gomes.
A coordenadora do Centro de Estudos do HRN, Brunna Costa, ressalta que houve ações intensas de abordagens entre as equipes, em especial em relação à paramentação e desparamentação e a ordem de colocação e retirada dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). A abordagem contemplou em especial as equipes da emergência, como porta de entrada de pacientes, além de outros serviços como UTI, imagem, clínica médica e clínica cirúrgica, e apoios como laboratório, fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição e serviço de higienização.
Na emergência, o foco foi apresentar o fluxo de atendimento do paciente, além da paramentação e a desparamentação e uso dos EPIs. Foram confeccionados três kits de EPIs destinados a procedimentos específicos que envolvem maior ou menor risco de contaminação. A equipe de fisioterapia recebeu um treinamento relacionado à montagem e manuseio de ventiladores pulmonares. Para o laboratório, o foco foi a coleta do material clínico para os swabs oral e nasal.
“O treinamento foi uma ação realizada pelo Comitê Interno formado no HRN para abordagens e outras ações relacionadas ao Covid-19. A abordagem foi diferenciada e específica dependendo do público-alvo”, completa Brunna Costa.
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