Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral Ibovespa cai 0,74%, acompanhando bolsas internacionais Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* Publicado em 07/10/2026 - 19:41 Brasília © Valter Campanato/Agência Brasil Versão em áudio O mercado financeiro brasileiro teve uma sessão de ajuste nesta quarta-feira (7), após o rali (forte queda do dólar e alta da bolsa) registrado depois do primeiro turno das eleições. O dólar voltou a superar R$ 5, e o Ibovespa recuou 0,74% e encerrou aos 204 mil pontos. No exterior, bolsas caíram, os juros dos Treasuries permaneceram elevados e o petróleo seguiu acima de US$ 100 por barril. Principais números Dólar à vista: R$ 5,016 (-0,83%); Dólar no ano: queda de 8,62% Ibovespa: 204.302,33 pontos (-0,74%); Ibovespa no mês: alta de 9,64%; Ibovespa no ano: alta de 26,8%. Dólar acima de R$ 5 O dólar à vista fechou em alta de 0,83%, a R$ 5,016, depois de atingir a máxima de R$ 5,017 na reta final dos negócios. Na sessão anterior, a ...
O Brasil registrou 816 novas mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 15.633. Até ontem (15), eram 14.817 mortes notificadas. A letalidade (número de mortes pela quantidade de casos confirmados) da doença no país está em 6,7%.
De acordo com o boletim diário do Ministério da Saúde, o Brasil teve 14.919 novos casos confirmados e chegou ao total de 233.142. Até essa sexta-feira, eram 218.223 infectados. Do total de casos confirmados, 127.837 (54,8%) estão em acompanhamento e 89.672 (38,5%) foram recuperados. Há ainda 2.304 mortes em investigação.
São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (4.688). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (2.614), Ceará (1.614), Pernambuco (1.461) e Amazonas (1.375).
Além disso, foram registradas mortes no Pará (1.199), Maranhão (524), na Bahia (286), no Espírito Santo (271), em Alagoas (199), na Paraíba (183), em Minas Gerais (150), no Rio Grande do Norte (136), Rio Grande do Sul (132), Paraná (123), Amapá (108), em Santa Catarina (81), Goiás (69), Rondônia (69), no Piauí (65), Acre (59), Distrito Federal (56), em ergipe (53), Roraima (49), Mato Grosso (27), no Tocantins (27) e em Mato Grosso do Sul (15).
Em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (61.183), Ceará (23.795), Rio de Janeiro (21.601), Amazonas (19.677) e Pernambuco (18.488). Entre as unidades da Federação com mais pessoas infectadas estão ainda o Pará (13.184), Maranhão (11.592), a Bahia (8.314), o Espírito Santo (6.595) e Santa Catarina (4.678).
De acordo com o boletim diário do Ministério da Saúde, o Brasil teve 14.919 novos casos confirmados e chegou ao total de 233.142. Até essa sexta-feira, eram 218.223 infectados. Do total de casos confirmados, 127.837 (54,8%) estão em acompanhamento e 89.672 (38,5%) foram recuperados. Há ainda 2.304 mortes em investigação.
São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (4.688). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (2.614), Ceará (1.614), Pernambuco (1.461) e Amazonas (1.375).
Além disso, foram registradas mortes no Pará (1.199), Maranhão (524), na Bahia (286), no Espírito Santo (271), em Alagoas (199), na Paraíba (183), em Minas Gerais (150), no Rio Grande do Norte (136), Rio Grande do Sul (132), Paraná (123), Amapá (108), em Santa Catarina (81), Goiás (69), Rondônia (69), no Piauí (65), Acre (59), Distrito Federal (56), em ergipe (53), Roraima (49), Mato Grosso (27), no Tocantins (27) e em Mato Grosso do Sul (15).
Em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (61.183), Ceará (23.795), Rio de Janeiro (21.601), Amazonas (19.677) e Pernambuco (18.488). Entre as unidades da Federação com mais pessoas infectadas estão ainda o Pará (13.184), Maranhão (11.592), a Bahia (8.314), o Espírito Santo (6.595) e Santa Catarina (4.678).
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