Frio e chuvas no Sul, seca e calor no Centro-Oeste; confira a previsão Nordeste tem alerta de perigo para vendaval no Sul do Piauí Agência Brasil Publicado em 11/08/2026 - 08:19 Brasília © Bruno Peres/Agência Brasil Versão em áudio Uma área que se estende desde o sul do Pará, passando por grande parte de Tocantins, leste do Mato-Grosso e oeste de Goiás, até o norte do Mato Grosso do Sul está em alerta laranja de perigo para baixa umidade relativa do ar, que pode chegar a 12%. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia, há risco de incêndios florestais e à saúde. “Ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz”, destaca o alerta. Desde a madrugada, o Mato Grosso do Sul está com aviso amarelo de perigo potencial para tempestades. São esperadas muitas nuvens no Mato Grosso do Sul e oeste de Mato Grosso, devido a um canal de umidade que passa pela região. Na região, a temperatura mínima pode chegar a 16 graus Celsius (°C) em Brasília e Goiânia, e a máxima pode alca...
A Câmara dos Deputados iniciou, há pouco, sessão remota para analisar o projeto de Lei Complementar (PLP) 39/20, que concede auxílio emergencial estados e municípios e volta a ser avaliado na Casa. O texto aprovado na noite de sábado (2) pelo Senado, na forma de um substitutivo apresentado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), prevê repasse de R$ 60 bilhões aos entes federados em quatro parcelas mensais.
Inicialmente, a pauta da sessão desta terça-feira (5) previa a votação do segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 10/20, a PEC do Orçamento de Guerra, que cria um regime extraordinário fiscal, financeiro e de contratações para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus no país. Entretanto, por 344 votos a 13, os deputados votaram um requerimento aprovando a urgência para análise do projeto de auxílio aos estados.
Inicialmente, a pauta da sessão desta terça-feira (5) previa a votação do segundo turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 10/20, a PEC do Orçamento de Guerra, que cria um regime extraordinário fiscal, financeiro e de contratações para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus no país. Entretanto, por 344 votos a 13, os deputados votaram um requerimento aprovando a urgência para análise do projeto de auxílio aos estados.
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), chegou a anunciar que a matéria seria incluída na pauta de ontem (4), mas o projeto não foi analisado. Em entrevista coletiva, Maia disse que a intenção é votar o texto sem alterações. Caso o texto não sofra novas alterações, será encaminhado para sanção presidencial.
O relator da proposta, deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), apresentou parecer sem alterar o texto aprovado no Senado. Segundo Pedro Paulo, o texto do Senado avança ao estabelecer limite global para o auxílio financeiro da União, mas falha na parte das regras de distribuição dos recursos aprovadas por esta Casa, que não cobrem totalmente as perdas de estados na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
"Os critérios inicialmente aprovados na Câmara promoveriam melhor distribuição na alocação orçamentária de cada ente", disse Pedro Paulo, que ressaltou ainda a disposição dos deputados em aprovar o projeto. "Esta Casa, desde o primeiro momento, entendeu que era fundamental ajudar estados e municípios e que, no princípio, o governo entendia que nenhum valor deveria ser repassados a esses governos, e esta Casa tomou a iniciativa de enfrentar esse debate", acrescentou.
"Os critérios inicialmente aprovados na Câmara promoveriam melhor distribuição na alocação orçamentária de cada ente", disse Pedro Paulo, que ressaltou ainda a disposição dos deputados em aprovar o projeto. "Esta Casa, desde o primeiro momento, entendeu que era fundamental ajudar estados e municípios e que, no princípio, o governo entendia que nenhum valor deveria ser repassados a esses governos, e esta Casa tomou a iniciativa de enfrentar esse debate", acrescentou.
De acordo com o parecer, a proposta aprovada no Senado cobre apenas 32,5% das médias de perda de arrecadação de ICMS dos estados, enquanto o projeto da Câmara regulamentava uma compensação de 100%. O deputado destacou ainda que caberá ao governo criar medidas para compensar as perdas de alguns estados e municípios, em especial, das regiões Sul e Sudeste.
Pedro Paulo acrescentou que, com tal quadro de urgência, o governo precisará adotar posteriormente medidas compensatórias para estados e municípios que tenham distorções no critério de distribuição aprovado pelo Senado.
Pedro Paulo acrescentou que, com tal quadro de urgência, o governo precisará adotar posteriormente medidas compensatórias para estados e municípios que tenham distorções no critério de distribuição aprovado pelo Senado.
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