Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ Extinção de penas levou Justiça rediscutir manutenção da prisão Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 21/09/2026 - 08:01 Rio de Janeiro © Reuters/Jose Lucena/Proibida reprodução Versão em áudio Marcinho VP , um dos líderes do Comando Vermelho , permanece recluso em presídio federal fora do Rio. A confirmação unânime da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça ocorreu após serem extintas, em abril, penas que ele cumpria. No entanto, dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça estadual permanecem em vigor. Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro requereu a manutenção cautelar no sistema federal até a conclusão do procedimento que decidirá definitivamente sobre a medida. O traficante completou, em 2026, 30 anos detido. Atualmente, está no presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Memória Processado e condenado por tráfico de drogas e homicídio...
_A construção civil irá retomar suas atividades no Ceará na próxima segunda-feira (1º). O retorno será realizado de forma gradativa, compondo a fase inicial de transição para a volta das atividades econômicas no Estado. _
O anúncio foi feito pelo governador Camilo Santana, durante transmissão pelas redes sociais, nesta quinta-feira (28). O Sinduscon-CE, em nome de todo o setor, e com total apoio da FIEC, participou da formulação desse plano de retomada, junto ao Governo e demais órgãos.
As empresas de construção civil passaram quase 3 meses paradas, situação bem difícil para todos do setor. Segundo o presidente do Sinduscon-CE, Patriolino Dias de Sousa, a decisão que o governo divulgou hoje foi um processo construído desde o início em uma articulação conquistada com a total participação da instituição. “Nós fizemos ofício dando ciência dessas dificuldades, depois conversamos com várias secretarias (incluindo saúde e casa civil), criamos um protocolo de retorno aos trabalhos com toda a segurança e, por fim, fizemos parte do Comitê de Retorno às Atividades, junto ao governo, Fiec, OAB, Ministério Público e uma série entidades. Foi uma luta árdua, complexa, realmente desgastante. E agora, com total consciência, poderemos retornar ao trabalho. Mas a luta não para aí. Agora deveremos reunir todas as empresas associadas do Sinduscon-CE e garantir a segurança no retorno. Segurança para os nossos trabalhadores. Afinal, a vida está em primeiro lugar. Porém, agora poderemos voltar ao nosso trabalho. Voltar a vender e voltar a lançar empreendimentos. Fazer, de novo, a construção civil ser a mola propulsora da nossa economia”, afirmou.
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