Preso há 30 anos, Marcinho VP permanece em presídio federal fora do RJ Extinção de penas levou Justiça rediscutir manutenção da prisão Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil Publicado em 21/09/2026 - 08:01 Rio de Janeiro © Reuters/Jose Lucena/Proibida reprodução Versão em áudio Marcinho VP , um dos líderes do Comando Vermelho , permanece recluso em presídio federal fora do Rio. A confirmação unânime da 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça ocorreu após serem extintas, em abril, penas que ele cumpria. No entanto, dois mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça estadual permanecem em vigor. Diante desse cenário, o Ministério Público do Rio de Janeiro requereu a manutenção cautelar no sistema federal até a conclusão do procedimento que decidirá definitivamente sobre a medida. O traficante completou, em 2026, 30 anos detido. Atualmente, está no presídio federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul. Memória Processado e condenado por tráfico de drogas e homicídio...
MPCE solicita ao Sindicato dos Médicos detalhes sobre denúncias de supostas irregularidades em atestado de óbitos
O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio das 137ª e 138ª Promotorias de Justiça de Fortaleza com atuação na Defesa da Saúde Pública, solicitou, nesta quinta-feira (14/05), que o Sindicato dos Médicos informe, em até cinco dias úteis, o nome e contato dos profissionais com informações acerca de supostas irregularidades em atestados de óbitos relacionados à pandemia.
O Sindicato enviou ao MP um ofício na última quarta-feira (13) solicitando um canal seguro para recebimento de denúncias especial para médicos que estariam sendo pressionados a atestarem o resultado dos óbitos como “suspeita de Covid-19”, sem a comprovação por meio de testes. Os profissionais teriam “forte receio de sofrerem perseguições e represálias”.
Com isso, foram repassados ao órgão representativo da categoria os canais de comunicação do MPCE que podem ser utilizados de forma sigilosa, desde que solicitado pelo denunciante, que são os e-mails covid19.denuncia@mpce.mp.br, criado exclusivamente para receber denúncias relacionadas à pandemia; e ainda o e-mail das Promotorias de Saúde Pública: secretariapsp@mpce.mp.br. Também é possível realizar denúncias através do telefone da Promotoria: (85) 3252-3092, que funciona de segunda à sexta de 8h às 14h.
O Sindicato deve encaminhar também provas que porventura tenha recebido, como fotos, documentos, vídeos, depoimentos, dentre outros, que comprovem a veracidade dos fatos apresentados, para fins de instrução do procedimento. “Para que haja investigação desses fatos, é necessário que sejam fornecidas algumas provas para embasar a instauração de inquérito civil, como oitiva dos denunciantes em caráter sigiloso”, consta no despacho enviado ao órgão classista. O Ministério Público do Ceará garante o sigilo de todo cidadão que deseja denunciar irregularidades, desde que o anonimato seja requisitado pela fonte.
O Ministério Público solicitou, ainda, que as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde se manifestem, em até cinco dias, acerca das denúncias; e ao Conselho Regional de Medicina (Cremec) que informem se estão recebendo denúncias semelhantes e, em caso afirmativo, encaminhem as provas recebidas às Promotorias de Justiça da Saúde para averiguação dos fatos.
O Sindicato enviou ao MP um ofício na última quarta-feira (13) solicitando um canal seguro para recebimento de denúncias especial para médicos que estariam sendo pressionados a atestarem o resultado dos óbitos como “suspeita de Covid-19”, sem a comprovação por meio de testes. Os profissionais teriam “forte receio de sofrerem perseguições e represálias”.
Com isso, foram repassados ao órgão representativo da categoria os canais de comunicação do MPCE que podem ser utilizados de forma sigilosa, desde que solicitado pelo denunciante, que são os e-mails covid19.denuncia@mpce.mp.br, criado exclusivamente para receber denúncias relacionadas à pandemia; e ainda o e-mail das Promotorias de Saúde Pública: secretariapsp@mpce.mp.br. Também é possível realizar denúncias através do telefone da Promotoria: (85) 3252-3092, que funciona de segunda à sexta de 8h às 14h.
O Sindicato deve encaminhar também provas que porventura tenha recebido, como fotos, documentos, vídeos, depoimentos, dentre outros, que comprovem a veracidade dos fatos apresentados, para fins de instrução do procedimento. “Para que haja investigação desses fatos, é necessário que sejam fornecidas algumas provas para embasar a instauração de inquérito civil, como oitiva dos denunciantes em caráter sigiloso”, consta no despacho enviado ao órgão classista. O Ministério Público do Ceará garante o sigilo de todo cidadão que deseja denunciar irregularidades, desde que o anonimato seja requisitado pela fonte.
O Ministério Público solicitou, ainda, que as Secretarias Municipal e Estadual de Saúde se manifestem, em até cinco dias, acerca das denúncias; e ao Conselho Regional de Medicina (Cremec) que informem se estão recebendo denúncias semelhantes e, em caso afirmativo, encaminhem as provas recebidas às Promotorias de Justiça da Saúde para averiguação dos fatos.
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