Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
Governador se reúne com diretores dos 12 hospitais da rede estadual para avaliar ações durante a pandemia
O governador Camilo Santana realizou reunião virtual na manhã desta sexta-feira (26) com diretores dos 12 hospitais da rede estadual, além de executivos e técnicos da Secretaria da Saúde e do secretário Dr Cabeto. Em discussão, as ações das unidades de saúde para o enfrentamento à pandemia do coronavírus no estado.
“Tratamos sobre o trabalho realizado até aqui nesse enfrentamento à pandemia no Ceará, além de novas ações a serem colocadas em prática para melhor atender aos cearenses. Gostaria de enaltecer o grande trabalho que vem sendo realizado pelos nossos profissionais de saúde, determinante para salvarmos milhares de vidas”, citou o governador Camilo Santana.
Participaram do encontro gestores do Hospital Geral de Fortaleza; Hospital de Messejana, Hospital Geral Dr. César Cals; Hospital de Saúde Mental; Hospital São José; Hospital José Martiniano de Alencar; Hospital Regional do Cariri; Hospital Regional Norte; Hospital Regional do Sertão Central; Hospital Leonardo da Vinci; Hospital Waldemar Alcântara e Hospital Infantil Albert Sabin, além de representantes do Hemoce, Lacen e Samu 192 Ceará.

“Nosso hospital ainda é jovem, e nos deparamos de repente com um desafio muito grande. E num piscar de olhos nos vimos com 80 novos leitos, 40 de UTI e 40 de enfermaria, para tratamento de Covid. Isso só foi possível graças ao apoio e do esforço do Governo do Estado. São mais de 630 mil pessoas na região que dependem do hospital e estamos nos empenhando da melhor forma possível”, disse Marcelo Theóphilo, diretor do Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim.
“Hoje não conseguimos mais imaginar o que seria o Estado sem as UPAs, sem os hospitais regionais. Temos a sorte de ter o governador e o secretário da Saúde em plena sintonia com as unidades. Isso é muito importante para toda rede de atenção, principalmente neste momento de pandemia”, citou Flávio Deulefeu, do Hospital Leonardo da Vinci.
Ao final do encontro, o governador Camilo Santana comentou sobre a expansão da rede de saúde, que contou com quase 2.700 novos leitos durante a pandemia, e informou as unidades serão modernizadas para atender melhor a população. “Só tenho a agradecer pelo trabalho e o empenho de vocês, especialmente durante essa pandemia. Nosso desafio é deixar nossa rede saúde melhor e mais moderna”, citou.
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