Brasil empata com a Austrália em Townsville Gol da Seleção foi marcado pelo atacante Rayan 1x Assessoria CBF 25/09/2026 - 09h47 Atualizado há 5 minutos O atacante Rayan marcou o gol de empate do Brasil contra a Austrália Rafael Ribeiro/ CBF O novo ciclo da Seleção Brasileira visando à Copa do Mundo de 2030 começou. Nesta sexta-feira (25), no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, o Brasil empatou em 1 a 1 com a Austrália. O próximo compromisso da Seleção na Super Data FIFA será na terça-feira (29), às 7h (horário de Brasília), novamente contra os australianos. O primeiro gol do Brasil neste novo ciclo foi marcado por Rayan, que entrou no segundo tempo no lugar de Estevão. O gol australiano saiu aos 22 minutos da etapa final após cobrança de falta de Irankunda, que abriu o placar da partida. Ainda buscando o melhor entrosamento entre os convocados, o Brasil estudou o adversário e viu a Austrália com maior posse de bola e dominando as ações de jogo no primeiro tempo. A pri...
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento ao Mandado de Injunção (MI) 7311, em que um advogado paulista pedia a regulamentação do artigo 142 da Constituição Federal para estabelecer os limites de atuação das Forças Armadas em situações de ameaça à democracia. Segundo Barroso, o dispositivo constitucional é norma de eficácia plena, e não há dúvida sobre a posição das Formas Armadas na ordem constitucional. Para ele, interpretações que liguem as Forças Armadas à quebra da institucionalidade, à interferência política e ao golpismo chegam a ser ofensivas.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Segundo ele, nenhum método de interpretação – literal, histórico, sistemático ou teleológico – autoriza que se dê ao artigo 142 da Constituição o sentido de que as Forças Armadas teriam uma posição moderadora hegemônica. “A menos que se pretenda postular uma interpretação retrospectiva da Constituição de 1988 à luz da Constituição do Império, retroceder mais de 200 anos na história nacional e rejeitar a transição democrática, não há que se falar em poder moderador das Forças Armadas”, afirmou.
Barroso lembrou que, ainda que seu comandante em chefe seja o presidente da República, elas não são órgãos de governo. “São instituições de Estado, neutras e imparciais, a serviço da pátria, da democracia, da Constituição, de todos os Poderes e do povo brasileiro”, concluiu.
Leia a íntegra da decisão.
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