Rádio Nacional exibe Corinthians x Fluminense neste domingo Jogo pelo Brasileirão começa às 15h30 na emissora pública Rádio Nacional Publicado em 20/09/2026 - 09:30 Brasília © Arte/EBC Versão em áudio A Rádio Nacional leva ao ar, neste domingo (20), a partida válida pela 28ª rodada da Série A do Brasileirão 2026, entre Corinthians e Fluminense. As equipes duelam pelos três pontos cruciais no gramado da Neo Química Arena, em São Paulo (SP). A transmissão na emissora pública tem início às 15h30. Terminada a 27ª rodada, o Corinthians figura na 14ª posição da tabela, após ter perdido para o Flamengo por 2 a 1 no domingo (13). O Fluminense aparece em situação melhor, na 5ª colocação, mas perdeu a última partida contra o Atlético-MG por 3 a 1, no sábado (12). As transmissões da Rádio Nacional iniciam com a faixa Show de Bola Nacional e contará com uma equipe completa para levar ao público todas as emoções dos confrontos. A cobertura da partida tem um time de peso na equipe de esport...
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento ao Mandado de Injunção (MI) 7311, em que um advogado paulista pedia a regulamentação do artigo 142 da Constituição Federal para estabelecer os limites de atuação das Forças Armadas em situações de ameaça à democracia. Segundo Barroso, o dispositivo constitucional é norma de eficácia plena, e não há dúvida sobre a posição das Formas Armadas na ordem constitucional. Para ele, interpretações que liguem as Forças Armadas à quebra da institucionalidade, à interferência política e ao golpismo chegam a ser ofensivas.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Segundo ele, nenhum método de interpretação – literal, histórico, sistemático ou teleológico – autoriza que se dê ao artigo 142 da Constituição o sentido de que as Forças Armadas teriam uma posição moderadora hegemônica. “A menos que se pretenda postular uma interpretação retrospectiva da Constituição de 1988 à luz da Constituição do Império, retroceder mais de 200 anos na história nacional e rejeitar a transição democrática, não há que se falar em poder moderador das Forças Armadas”, afirmou.
Barroso lembrou que, ainda que seu comandante em chefe seja o presidente da República, elas não são órgãos de governo. “São instituições de Estado, neutras e imparciais, a serviço da pátria, da democracia, da Constituição, de todos os Poderes e do povo brasileiro”, concluiu.
Leia a íntegra da decisão.
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