Ao todo, 26 atletas estão relacionados para o confronto diante do Confiança pela quartas de final da Copa do Nordeste. A delegação tricolor embarca na manha desta quarta-feira (6). A bola rola às 19h30 na quinta-feira (7), no Estádio Batistão, em Aracaju. A partida tem transmissão exclusiva do canal Sportynet. Confira a lista de relacionados: Goleiros : Brenno, Vinícius Silvestre e Magrão Laterais : Paulinho, Mailton e Mucuri Zagueiros : Britez, Kauã Rocha, Luan Freitas e Lucas Gazal Meio-campistas : Lucas Sasha, Lucca Prior, Pierre, Pochettino, Rodrigo, Rodriguinho, Ronald, Ryan e Rossetto Atacantes : Lucas Emanoel, Luiz Fernando, Miritello, Paulo Baya, Kayke, Vitinho e Welliton Balanço do Departamento Médico : - Bruninho: lesão no tendão do adutor direito; - Tomás Cardona: pós-operatório de artroscopia no joelho esquerdo; - Lucas Crispim: lesão no músculo adutor da coxa direita; - Fuentes: lesão ligamentar colateral medial no joelho direito;
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento ao Mandado de Injunção (MI) 7311, em que um advogado paulista pedia a regulamentação do artigo 142 da Constituição Federal para estabelecer os limites de atuação das Forças Armadas em situações de ameaça à democracia. Segundo Barroso, o dispositivo constitucional é norma de eficácia plena, e não há dúvida sobre a posição das Formas Armadas na ordem constitucional. Para ele, interpretações que liguem as Forças Armadas à quebra da institucionalidade, à interferência política e ao golpismo chegam a ser ofensivas.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Segundo ele, nenhum método de interpretação – literal, histórico, sistemático ou teleológico – autoriza que se dê ao artigo 142 da Constituição o sentido de que as Forças Armadas teriam uma posição moderadora hegemônica. “A menos que se pretenda postular uma interpretação retrospectiva da Constituição de 1988 à luz da Constituição do Império, retroceder mais de 200 anos na história nacional e rejeitar a transição democrática, não há que se falar em poder moderador das Forças Armadas”, afirmou.
Barroso lembrou que, ainda que seu comandante em chefe seja o presidente da República, elas não são órgãos de governo. “São instituições de Estado, neutras e imparciais, a serviço da pátria, da democracia, da Constituição, de todos os Poderes e do povo brasileiro”, concluiu.
Leia a íntegra da decisão.
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