Brasileirão Feminino Red Bull Bragantino e Palmeiras vencem na continuação da sétima rodada Publicado em 21 de abril de 2026, às 20h57 Ao longo desta terça-feira (21), três partidas movimentaram a sétima rodada do Brasileirão Feminino, com destaque para as vitórias do Red Bull Bragantino por 3 a 1 sobre o Mixto-MT, no Estádio Benito Agnelo Castellano, e do Palmeiras, que venceu o Fluminense de virada por 2 a 1, no Estádio Luso-Brasileiro. Com o resultado, a equipe de Bragança Paulista se recuperou após duas derrotas sem vencer e chegou aos dez pontos, na 11ª colocação, enquanto o Mixto-MT segue com seis, na 13ª posição. Já o Palmeiras permanece na vice-liderança, empatado com o Corinthians em número de pontos, com 16, e a equipe carioca aparece em nono lugar, com 11 pontos. Atuando como mandante em Rio Claro, no primeiro jogo do dia, que começou logo pela manhã, às 11h, o Red Bull Bragantino recebeu o Mixto-MT e começou muito bem, abrindo o placar logo aos quatro minu...
O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou seguimento ao Mandado de Injunção (MI) 7311, em que um advogado paulista pedia a regulamentação do artigo 142 da Constituição Federal para estabelecer os limites de atuação das Forças Armadas em situações de ameaça à democracia. Segundo Barroso, o dispositivo constitucional é norma de eficácia plena, e não há dúvida sobre a posição das Formas Armadas na ordem constitucional. Para ele, interpretações que liguem as Forças Armadas à quebra da institucionalidade, à interferência política e ao golpismo chegam a ser ofensivas.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Em sua decisão, Barroso afirma que, nos mais de 30 anos de democracia no Brasil sob a Constituição de 1988, as Forças Armadas têm cumprido o seu papel constitucional de maneira exemplar. Por isso, considera que presta um “desserviço ao país quem procura atirá-las no varejo da política”.
Segundo ele, nenhum método de interpretação – literal, histórico, sistemático ou teleológico – autoriza que se dê ao artigo 142 da Constituição o sentido de que as Forças Armadas teriam uma posição moderadora hegemônica. “A menos que se pretenda postular uma interpretação retrospectiva da Constituição de 1988 à luz da Constituição do Império, retroceder mais de 200 anos na história nacional e rejeitar a transição democrática, não há que se falar em poder moderador das Forças Armadas”, afirmou.
Barroso lembrou que, ainda que seu comandante em chefe seja o presidente da República, elas não são órgãos de governo. “São instituições de Estado, neutras e imparciais, a serviço da pátria, da democracia, da Constituição, de todos os Poderes e do povo brasileiro”, concluiu.
Leia a íntegra da decisão.
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