Capital Limpa e Ordenada: quarta fase da operação contou com capina em 50 avenidas e recolhimento de 118 toneladas de resíduos Ação integrada reúne serviços de limpeza urbana, fiscalização, infraestrutura, educação e segurança em diversos bairros de Fortaleza Compartilhe: A força-tarefa de zeladoria ocorreu simultaneamente em bairros como Conjunto Ceará, José Walter, Passaré, Vila União, Joaquim Távora, Montese, Centro, Cajazeiras, João XXIII, Vila Velha e Barra do Ceará (Foto: Marcos Moura) A Prefeitura de Fortaleza concluiu mais uma fase da operação Capital Limpa e Ordenada. Neste quarto ciclo, a ação mobilizou 230 garis em serviços de zeladoria e capina em diferentes pontos da cidade, além do recolhimento de 118 toneladas de resíduos. A operação reúne diversos órgãos municipais para reforçar ações de limpeza urbana, fiscalização, infraestrutura, educação ambiental e ordenamento urbano. Desde o início, já foram recolhidas mais de 1.293 toneladas de resíduos e atendidos 4.765 po...
O Ministério Público do Ceará (MPCE), através da 3ª Promotoria de Justiça de Quixadá, conseguiu decisão favorável na Justiça para que uma criança recém-nascida fosse retirada da guarda de um casal não-habilitado no Sistema Nacional de Adoção (SNA) e entregue a um lar provisório, da família que estava em primeiro lugar na fila de adoção do município, de acordo com o perfil da criança.
Segundo a promotora de Justiça Cibelle Nunes, mesmo tendo sido informados sobre a ilegalidade de receber uma criança em adoção direta, o casal optou por manter a posse ilegal e precária do infante, mantendo-a na clandestinidade e ignorando os prejuízos causados na administração da Justiça e para um conjunto de inúmeras pessoas que já estavam na fila do SNA.
“O Ministério Público está de olho e sempre atuante, fiscalizando as entregas ilegais de crianças. A fila com pretendentes devidamente habilitados no Sistema Nacional de Adoção deve ser devidamente respeitada, pois somente assim garantimos a proteção integral da criança, com a segurança de que o novo lar só trará consequências positivas para o seu desenvolvimento”, pondera a promotora de Justiça Cibelle Nunes.
Após a decisão da 3ª Vara da Comarca de Quixadá, exarada no dia 9 de junho, a criança foi retirada do lar irregular e entregue à uma nova família. “Concedo a concessão de guarda provisória a um casal devidamente habilitado que, embora não garanta a efetiva adoção do infante, é a medida mais adequada neste momento, considerando a situação excepcional vivenciada”, determinou o juiz Adriano Ribeiro.
O MPCE não divulga os nomes envolvidos, pois o processo corre em segredo de Justiça para garantir da integridade da criança.
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