Sindicato cobra providências sobre salários em atraso dos médicos que atuam no Hospital Santo Antônio, no município de Barro Os atrasos são referentes aos serviços prestados nos meses de agosto e setembro Postado em 14/10/2026 Facebook Twitter WhatsApp Telegram Compartilhe O Sindicato dos Médicos do Ceará encaminhou ofício à Secretaria Municipal de Saúde de Barro, nesta quarta-feira (14), solicitando esclarecimentos e medidas urgentes diante do atraso no pagamento dos médicos que atuam no Hospital Santo Antônio, por intermédio do Instituto Ananduá. Segundo informações recebidas pela entidade, os atrasos são referentes aos serviços prestados nos meses de agosto e setembro. Até o momento, não há previsão concreta para a regularização dos valores devidos. No ofício, o Sindicato dos Médicos destaca que a situação tem gerado apreensão entre os profissionais, considerando que os serviços foram regularmente prestados e que a ausência de informações sobre a data de pagamento causa inseg...
O Ministério Público do Ceará (MPCE), através da 3ª Promotoria de Justiça de Quixadá, conseguiu decisão favorável na Justiça para que uma criança recém-nascida fosse retirada da guarda de um casal não-habilitado no Sistema Nacional de Adoção (SNA) e entregue a um lar provisório, da família que estava em primeiro lugar na fila de adoção do município, de acordo com o perfil da criança.
Segundo a promotora de Justiça Cibelle Nunes, mesmo tendo sido informados sobre a ilegalidade de receber uma criança em adoção direta, o casal optou por manter a posse ilegal e precária do infante, mantendo-a na clandestinidade e ignorando os prejuízos causados na administração da Justiça e para um conjunto de inúmeras pessoas que já estavam na fila do SNA.
“O Ministério Público está de olho e sempre atuante, fiscalizando as entregas ilegais de crianças. A fila com pretendentes devidamente habilitados no Sistema Nacional de Adoção deve ser devidamente respeitada, pois somente assim garantimos a proteção integral da criança, com a segurança de que o novo lar só trará consequências positivas para o seu desenvolvimento”, pondera a promotora de Justiça Cibelle Nunes.
Após a decisão da 3ª Vara da Comarca de Quixadá, exarada no dia 9 de junho, a criança foi retirada do lar irregular e entregue à uma nova família. “Concedo a concessão de guarda provisória a um casal devidamente habilitado que, embora não garanta a efetiva adoção do infante, é a medida mais adequada neste momento, considerando a situação excepcional vivenciada”, determinou o juiz Adriano Ribeiro.
O MPCE não divulga os nomes envolvidos, pois o processo corre em segredo de Justiça para garantir da integridade da criança.
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