Tânia Mara Coelho, titular da Sesa, em mesa de abertura A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) participou, nesta quarta-feira (4), do primeiro dia de capacitação para preparação de atendimento em Incidente com Múltiplas Vítimas (IMV) , em Fortaleza. O evento continua na quinta (5) e será finalizado na sexta-feira (6) com uma simulação na Arena Castelão. P romovida pela Força Nacional do SUS (FN-SUS), a iniciativa integra a estratégia nacional de fortalecimento da capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde diante de cenários críticos que envolvem grande número de vítimas simultaneamente. De acordo com a titular da Sesa, Tânia Mara Coelho, o Estado precisa estar preparado para atender diversas ocorrências, posto que recebe visitantes de todas as partes do país e do exterior, além de acolher eventos de grande porte. “Cada vez mais, o Ceará tem se destacado nacional e internacionalmente, atraindo muitos turistas. Nós temos belezas naturais aqui, temos realizado muito...
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a empresa chinesa Sinovac Biotech a realizar testes para uma nova vacina contra o novo coronavírus. O teste da vacina deve ser feito em 9 mil pessoas, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal.
O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.
O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.
Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano.
O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.
O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.
Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano.
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