Fortaleza x CRB-AL: Dificuldades de acesso às arquibancadas 12/10/2026 21:40 O Fortaleza Esporte Clube pede desculpas aos torcedores e às torcedoras pelos transtornos causados pelas dificuldades de acesso às arquibancadas da Arena Castelão. O Clube identificou uma falha no processo de integração entre os sistemas de check-in e o controle de acesso do estádio, o que atrasou a atualização das catracas e dificultou a entrada de parte dos sócios. Logo após o ocorrido, o Fortaleza iniciou tratativas com a 2Morrow, responsável pela gestão do Sócio Fortaleza, e a Ingresse, responsável pela operação de venda de ingressos, para revisar os procedimentos de liberação de acessos e aprimorar a integração e a validação das informações antes e durante as partidas. Tendo em vista a segurança e o conforto do público nos jogos do Tricolor, o Clube seguirá acompanhando de perto os processos de acesso à Arena Castelão e trabalhando em conjunto com os parceiros envolvidos para garantir uma entrada fl...
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a empresa chinesa Sinovac Biotech a realizar testes para uma nova vacina contra o novo coronavírus. O teste da vacina deve ser feito em 9 mil pessoas, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal.
O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.
O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.
Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano.
O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus.
O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas.
Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano.
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