Os representantes cearenses entraram em campo neste último sábado (18), pelos jogos de ida das oitavas de final do Campeonato Brasileiro Série D. O Iguatu foi até Manaus para encarar o Nacional/AM, no Estádio da Colina. O Azulão saiu atrás do marcador e estava sendo derrotado até os minutos finais da partida, quando um pênalti foi marcado a favor do time cearense. Otacílio Marcos converteu e fechou o placar em 1 a 1. O Iguatu volta a campo neste sábado (25), às 16h, no Morenão. Em Goiânia, o Ferroviário enfrentou o Goiatuba/GO, no Estádio Divinão e foi superado por 3 a 0. No próximo domingo (26), o Tubarão da Barra recebe o time goiano às 17h, no Estádio Presidente Vargas. Guido Nobre Departamento de Comunicação Federação Cearense de Futebol (85) 3206-6523 imprensa@futebolcearense.com.br
O presidente Jair Bolsonaro editou medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 3 bilhões a estados, municípios e ao Distrito Federal para o pagamento do auxílio financeiro ao setor cultural. A MP nº 990/2020 foi publicada hoje (10) no Diário Oficial da União.

A Lei nº 14.017/2020, que instituiu o auxílio, chamada de Lei Aldir Blanc, foi sancionada por Bolsonaro no final do mês passado. As atividades do setor - cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros - foram umas das primeiras a parar, como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país.
O texto da lei prevê o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural, além de um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Os estados, municípios e o Distrito Federal serão os responsáveis pela distribuição dos recursos, de acordo com os critérios definidos na lei.
De acordo com a MP publicada hoje, os recursos serão liberados a partir da contratação de operação de crédito interna (contratos ou emissão de títulos da dívida pública). A MP tem força de lei a partir de sua publicação, mas ainda depende de aprovação do Congresso Nacional.
Agência Brasil
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