A cidade de São Paulo amanheceu nesta segunda-feira (11) com o registro da menor temperatura mínima do ano. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo (CGE) , a capital atingiu a média de 8,3ºC no fim da madrugada. As menores temperaturas foram registradas na zona sul da cidade. Em Engenheiro Marsilac, os termômetros marcaram 3,1ºC. Na região central, a temperatura alcançou 11,2ºC. A medição da Defesa Civil , que é diferente da do CGE, apontou nesta manhã, temperatura média de 9,4ºC. O restante do dia será marcado por temperaturas similares, e o sol aparece entre poucas nuvens. A máxima prevista é de 18°C e a sensação de frio permanece ao longo da tarde, que termina sem previsão de chuva. A frente fria que está sobre a cidade decorre de uma massa de ar frio de origem polar. A Defesa Civil Municipal mantém toda a cidade de São Paulo em estado de atenção para baixas temperaturas. >> Siga o canal da Agênci...
Último fim de semana de julho apresenta condições para céu variando entre claro e parcialmente nublado
O último fim de semana do mês de julho no Ceará chega sem cenário favorável para chuvas devido às condições estáveis de tempo. De acordo com análises da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), áreas de instabilidade formadas no oceano próximo ao Nordeste não deverão influenciar o tempo no estado até o próximo domingo (26).
Para esta sexta-feira (24), a Funceme indica o predomínio de céu claro em todas as regiões cearenses. Já para o sábado (25), a previsão é de céu entre parcialmente nublado e claro no estado. Por fim, no domingo (26), a tendência é semelhante. A cobertura de nuvens no estado deve aumentar principalmente no final da tarde e durante a noite.
Umidade relativa do ar
A Funceme alerta também para a possibilidade de baixos níveis de umidade relativa do ar, especialmente nas parte do centro-sul cearense, durante o período da tarde, quando as temperaturas são mais altas. A possibilidade de níveis mais baixos da umidade relativa é mais comum durante o segundo semestre do ano.
A gerente de Meteorologia da Funceme, Meiry Sakamoto, explica esse cenário. “Áreas do interior do estado apresentam umidade relativa mais baixa quando comparadas ao litoral devido a própria continentalidade, ou seja, a distância do oceano. Além disso, também contribuem as condições predominantemente mais secas tanto do solo quanto da vegetação, o que reduz a evapotranspiração para a atmosfera”.
Vale reforçar que a Organização Mundial da Saúde (OMS), classifica os níveis de umidade relativa do ar dentro das seguintes categorias: estado de observação, quando a umidade relativa está entre 40% e 31%; estado de atenção, entre 30% e 21%; e estado de alerta, quando a umidade relativa fica entre 20% e 12%
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