O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Olá amado amigo ouvinte/seguidor. Hoje a gente bate um papo com a jornalista Jocasta Pimentel, que vai contar como é a experiência de trabalhar na FM Dom Bosco, uma rádio educativa, com muito conteúdo religiososo mas que produz um jornalismo de qualidade, reconhecido nacionalmente. Ela também fala sobre como é ser mulher num ambiente tão machista como o radiofônico e fala ainda sobre sua experiência na cobertura da Copa do Mundo Fifa 2014.
Ouça:
Estamos no Instagram: https://instagram.com/nmechama
Gustavo: https://instagram.com/guzzvieira
Marcellus: https://instagram.com/marcellusrocha.jor
Obrigado pela escolha e boa audição!
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.