NOTA DE REPÚDIO O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 6ª Região (CREFITO-6) vem a público manifestar seu REPÚDIO à decisão da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza (SMS) que determinou a retirada dos plantões noturnos e de finais de semana dos Fisioterapeutas nas Unidades de Tratamento de Urgência (UTUS) dos hospitais da rede municipal de Fortaleza. A assistência fisioterapéutica em ambientes de urgência que trata pacientes graves não é um serviço secundário ou opcional, mas sim essencial e ininterrupto. RETIRAR o fisioterapeuta expõe os pacientes a graves riscos, como intercorrências respiratórias, aumento do tempo de internação, sequelas irreversíveis e, risco iminente de óbito. Não se pode admitir que medidas retrógradas de gestão financeira ou readequações administrativas sejam implementadas em prejuízo direto da vida e da integridade física dos cidadãos fortalezenses. Exigimos a imediata revisão dessa diretriz por parte da Secretaria Municipal de S...
MP Eleitoral no Ceará lembra obrigatoriedade de intérprete de Libras em propagandas eleitorais na TV
Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) recomendou aos órgãos partidários estaduais e municipais dos partidos políticos do estado do Ceará que observem a obrigatoriedade legal da subtitulação por meio de legendas, janela com intérprete de Libras e audiodescrição ao veicularem quaisquer espécies de propaganda eleitoral na televisão, sob pena de adoção de medidas judiciais e extrajudiciais. A obrigatoriedade vale tanto na exibição das propagandas em rede quanto nas inserções de 30 e 60 segundos.
A recomendação, assinada pela procuradora regional eleitoral Lívia de Sousa considera resolução de 2019 do Tribunal Superior Eleitoral que dispõe sobre a propaganda eleitoral, utilização e geração do horário gratuito e condutas ilícitas. Na resolução, o TSE estabelece que a propaganda eleitoral gratuita na televisão deverá utilizar, entre outros recursos, "subtitulação por meio de legenda oculta, janela com intérprete de Libras e audiodescrição".
A procuradora destaca que a acessibilidade, de acordo com a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, possibilita às pessoas com deficiência o pleno gozo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais, o que, por via de regra, obriga a todos, inclusive aos partidos políticos, a garantir o pleno acesso às informações indispensáveis para que as pessoas com deficiência possam exercer plenamente o ius civitatis.
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