Foram publicados nesta sexta, 13/2, no Diário Oficial da União, os editais do Concurso Público do Instituto Federal do Ceará (IFCE) 2026. São 274 vagas imediatas, das quais 169 para docentes e 105 para técnicos administrativos (níveis médio, técnico e superior). As inscrições, somente pela internet, ocorrem das 9h do dia 25/02 até às 16h do dia 20/03. As provas objetivas serão aplicadas em três cidades: Fortaleza, Juazeiro do Norte e Sobral. A banca organizadora do processo é o Instituto AOCP ( http://www.institutoaocp.org.br ). Segundo a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas do IFCE, há expectativa de aproveitamento de aprovados além das vagas citadas, durante a vigência dos editais, considerando a consolidação dos campi atuais e futuras expansões, entre elas seis novas unidades. O concurso visa prover cargos vagos da instituição. A previsão de homologação é 2 de julho deste ano, com convocações a partir de agosto e as primeiras posses em setembro. O último concurso do IFCE oco...
MP Eleitoral no Ceará lembra obrigatoriedade de intérprete de Libras em propagandas eleitorais na TV
Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) recomendou aos órgãos partidários estaduais e municipais dos partidos políticos do estado do Ceará que observem a obrigatoriedade legal da subtitulação por meio de legendas, janela com intérprete de Libras e audiodescrição ao veicularem quaisquer espécies de propaganda eleitoral na televisão, sob pena de adoção de medidas judiciais e extrajudiciais. A obrigatoriedade vale tanto na exibição das propagandas em rede quanto nas inserções de 30 e 60 segundos.
A recomendação, assinada pela procuradora regional eleitoral Lívia de Sousa considera resolução de 2019 do Tribunal Superior Eleitoral que dispõe sobre a propaganda eleitoral, utilização e geração do horário gratuito e condutas ilícitas. Na resolução, o TSE estabelece que a propaganda eleitoral gratuita na televisão deverá utilizar, entre outros recursos, "subtitulação por meio de legenda oculta, janela com intérprete de Libras e audiodescrição".
A procuradora destaca que a acessibilidade, de acordo com a Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, possibilita às pessoas com deficiência o pleno gozo de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais, o que, por via de regra, obriga a todos, inclusive aos partidos políticos, a garantir o pleno acesso às informações indispensáveis para que as pessoas com deficiência possam exercer plenamente o ius civitatis.
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