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MP denuncia policiais militares por morte de empresário no Rio Para promotoria, PMs dispararam mais de 20 tiros de fuzil

  A 2ª Promotoria de Justiça do Rio junto ao  1° Tribunal do Júri da Capital  denunciou os policias militares Rafael Assunção Marinho e Rodrigo da Silva Alves pelo  homicídio doloso triplamente qualificado  do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira , ocorrido na madrugada de 22 de abril deste ano, no barro da Pavuna, zona norte do Rio. Segundo o Ministério Público (MP) do Rio, os agentes, do 41º batalhão da PM, em Irajá, dispararam mais de 20 tiros de fuzil contra a picape em que estavam Daniel e mais três pessoas.  A vítima foi atingida na cabeça e morreu no local. Os demais ocupantes do carro não foram atingidos. A denúncia sustenta que o crime foi cometido por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima. De acordo com as investigações, os policiais acompanharam a movimentação do empresário na região por mais de uma hora, com acesso a informações em tempo real por um informante pelo telefone e, a partir daí, definiram pre...

Movimento nacional #JustiçaporMariFerrer terá ato neste domingo (8), em Fortaleza

 

 

Neste domingo (8), a partir das 15h, na estátua da Iracema Guardiã, na Praia de Iracema, mulheres e coletivos feministas de Fortaleza unem suas vozes a um movimento nacional que pede justiça pela promoter Mariana Ferrer. Vídeo vazado esta semana chocou o Brasil ao mostrar Mariana sendo vítima de violência jurídica e sofrendo humilhações durante audiência do processo de denúncia de estupro cometido contra ela pelo empresário André de Camargo Aranha, que terminou em absolvição por ‘estupro culposo’, terminologia inexistente na legislação criminal brasileira.

A postura machista do judiciário catarinense provocou revolta em todo o País, levando mulheres em diversas cidades a irem para as ruas manifestar sua indignação pelo tratamento dado à Mariana, a verdadeira vítima do processo, e repúdio pela sentença, que inocentou o agressor André de Camargo Aranha, mesmo com evidências materiais e depoimentos de testemunhas.

Já na quarta-feira (4), mulheres se reuniram em frente ao Supremo Tribunal Federal, em Brasília, clamando por justiça. Atos pedindo justiça para Mariana e por outras mulheres estupradas e humilhadas no ambiente do Judiciário no Brasil e pelo fim da cultura do estupro estão sendo realizados em todo o País neste fim de semana, 7 e 8 de novembro.

A organização local pede que as participantes levem cartazes de repúdio como forma de protesto e luto à ausência da voz feminina. A orientação geral é de que todas as manifestantes usem máscaras como proteção contra o coronavírus, levem álcool em gel e mantenham distância segura.

 

Serviço

Ato #JustiçaporMariFerrer em Fortaleza

Dia 8 de novembro, às 15h, na Estátua de Iracema Guardiã (Praia de Iracema)

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