Especialistas da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceram que os Crimes de Maio de 2006 foram uma grave violação de direitos humanos. Em comunicado de imprensa divulgado na última sexta-feira (29), eles também cobraram do Estado brasileiro que haja responsabilização em relação ao caso. Ocorridos há 20 anos, os Crimes de Maio começaram com rebeliões em mais de 700 presídios do estado de São Paulo, após a transferência de mais de 760 detentos – dentre os quais alguns líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) – para um presídio de segurança máxima. Nos dias seguintes a essa megatransferência, a ofensiva chegou às ruas com uma série de ataques entre o PCC e agentes do Estado. Os conflitos resultou na morte de mais de 500 pessoas em todo o estado. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticadas por policiais. >> Clique aqui e leia mais sobre os 20 anos dos Crimes de Maio na Agência Brasil Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do P...
O mesmo espaço onde ocorreu a Janelas CASACOR 2020, agora recebe a exposição fotográfica “Ser Humano”. A abertura da mostra aconteceu nesta segunda-feira (14.12) e contou com a participação do público transeunte e autoridades, como o prefeito Roberto Cláudio.
A exposição é promovida pelo Museu da Fotografia de Fortaleza, com curadoria de Silas e Lia de Paula. São 42 fotografias que abordam momentos marcantes, mas tristes da história, como o regime militar no Brasil, e as guerras na Líbia, na Síria e no Iraque. A exposição no calçadão da Av. Beira Mar, ao lado da estátua de Iracema, no Mucuripe, até o próximo mês.
“A ideia é promover o acesso demócrático à arte para toda a população de Fortaleza e também aos turistas. Uma exposição como esta é uma experiência diferente e agradável. Queremos potencializar a nova Beira Mar como espaço cultural ao ar livre e acessível para todos”, afirma o coordenador de Parcerias Público-Privadas de Fortaleza, Rodrigo Nogueira.
A visitação acontece de terça a domingo, de 16h à 22h.
A exposição é promovida pelo Museu da Fotografia de Fortaleza, com curadoria de Silas e Lia de Paula. São 42 fotografias que abordam momentos marcantes, mas tristes da história, como o regime militar no Brasil, e as guerras na Líbia, na Síria e no Iraque. A exposição no calçadão da Av. Beira Mar, ao lado da estátua de Iracema, no Mucuripe, até o próximo mês.
“A ideia é promover o acesso demócrático à arte para toda a população de Fortaleza e também aos turistas. Uma exposição como esta é uma experiência diferente e agradável. Queremos potencializar a nova Beira Mar como espaço cultural ao ar livre e acessível para todos”, afirma o coordenador de Parcerias Público-Privadas de Fortaleza, Rodrigo Nogueira.
A visitação acontece de terça a domingo, de 16h à 22h.
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