🤍 NOTA DE PESAR | Sindjorce lamenta a morte da jornalista Sônia Pinheiro e destaca seu legado para o colunismo social cearense O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) lamenta o falecimento da jornalista Sônia Maria Pinheiro, ocorrido nesta sexta-feira (16). Com uma carreira iniciada em 1971, Sônia marcou o jornalismo cearense por sua atuação em importantes veículos de comunicação e por sua contribuição ao colunismo social. Ao longo de mais de cinco décadas de profissão, acompanhou gerações de personalidades e registrou acontecimentos da vida pública, cultural e social do Ceará, construindo uma relação próxima com seus leitores e personagens. Sônia iniciou sua trajetória profissional como repórter do jornal O Estado. Na redação, passou por diferentes editorias, da área social à policial, entrevistou artistas e atletas e assinou uma página dominical em parceria com a jornalista Stela Crisóstomo. Posteriormente, trabalhou nos jornais Correio do Cear...
O mesmo espaço onde ocorreu a Janelas CASACOR 2020, agora recebe a exposição fotográfica “Ser Humano”. A abertura da mostra aconteceu nesta segunda-feira (14.12) e contou com a participação do público transeunte e autoridades, como o prefeito Roberto Cláudio.
A exposição é promovida pelo Museu da Fotografia de Fortaleza, com curadoria de Silas e Lia de Paula. São 42 fotografias que abordam momentos marcantes, mas tristes da história, como o regime militar no Brasil, e as guerras na Líbia, na Síria e no Iraque. A exposição no calçadão da Av. Beira Mar, ao lado da estátua de Iracema, no Mucuripe, até o próximo mês.
“A ideia é promover o acesso demócrático à arte para toda a população de Fortaleza e também aos turistas. Uma exposição como esta é uma experiência diferente e agradável. Queremos potencializar a nova Beira Mar como espaço cultural ao ar livre e acessível para todos”, afirma o coordenador de Parcerias Público-Privadas de Fortaleza, Rodrigo Nogueira.
A visitação acontece de terça a domingo, de 16h à 22h.
A exposição é promovida pelo Museu da Fotografia de Fortaleza, com curadoria de Silas e Lia de Paula. São 42 fotografias que abordam momentos marcantes, mas tristes da história, como o regime militar no Brasil, e as guerras na Líbia, na Síria e no Iraque. A exposição no calçadão da Av. Beira Mar, ao lado da estátua de Iracema, no Mucuripe, até o próximo mês.
“A ideia é promover o acesso demócrático à arte para toda a população de Fortaleza e também aos turistas. Uma exposição como esta é uma experiência diferente e agradável. Queremos potencializar a nova Beira Mar como espaço cultural ao ar livre e acessível para todos”, afirma o coordenador de Parcerias Público-Privadas de Fortaleza, Rodrigo Nogueira.
A visitação acontece de terça a domingo, de 16h à 22h.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.