O Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Ceará (Sindjorce) lamenta profundamente o falecimento do jornalista e repórter cinematográfico Francisco Ricardo Ventura Freires, ocorrido neste sábado, 11 de julho de 2026. Filiado ao Sindjorce sob o nº 1914 desde 23 de maio de 2016, Ricardo Ventura integrava atualmente o Conselho Fiscal da entidade. Aos 62 anos, construiu uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada ao jornalismo, marcada pelo compromisso com a informação e pela contribuição ao fortalecimento da comunicação cearense. Iniciou sua carreira em 1984, na TV Manchete, e, ao longo de sua vida profissional, atuou em importantes veículos de comunicação, como TV Jangadeiro, TV Ceará (TVC), TV Cidade, além de colaborar com produtoras independentes. Reconhecido por sua atuação como repórter cinematográfico, participou da cobertura de inúmeros acontecimentos que marcaram a história recente do Ceará. Nos últimos anos, passou a compartilhar sua experiência com ...
Célio Studart é autor de ação popular apresentada em 2020; defesa do presidente se recusou a comprovar as acusações durante o processo
Autor de ação popular que cobrava de Jair Bolsonaro a apresentação das provas que o presidente da República diz ter sobre supostas fraudes nas eleições de 2018, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) voltou nesta quinta-feira (7) a pedir ao Presidente que comprove sua acusação diante de novas declarações colocando em xeque o sistema eleitoral brasileiro.
Um dia após a invasão do Congresso americano por apoiadores de Donald Trump, Bolsonaro disse que a falta de confiança nas eleições levou a esse desfecho e que no Brasil vai ser a mesma coisa ou até pior do que nos Estados Unidos se a eleição de 2022 for apenas por urna eletrônica, sem voto impresso.
“Se o Presidente tem certeza de que nossas urnas podem ser fraudadas, por que não apresenta logo tais provas? Qual o interesse em esperar até 2022? Se ganhar: ok! Se perder: caos? Vamos aceitar isso no Brasil também?”, questionou Célio em seu pergil no Twitter.
Em abril de 2020, o deputado protocolou, na Justiça Federal do Ceará, a ação popular. O documento foi assinado, inclusive, pelo advogado Márlon Reis, um dos idealizadores e redatores da Lei da Ficha Limpa e fundador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Em maio, a defesa do presidente Jair Bolsonaro se recusou a entregar à Justiça as provas que diz ter sobre supostas fraudes. Em setembro, a ação foi arquivada.
No ano passado, por mais de uma ocasião, Bolsonaro fez referências a supostas provas de que teria vencido no primeiro turno, mas nada apresentou até agora. Em março de 2020, durante palestra em Miami (EUA), disse tê-las “nas mãos”. “E nós temos não apenas palavra, nós temos comprovado. Brevemente eu quero mostrar, porque nós precisamos aprovar no Brasil um sistema seguro de apuração de votos. Caso contrário, passível de manipulação e de fraudes”, afirmou na ocasião.
Em abril daquele ano, após ser cobrado pela imprensa em frente ao Palácio da Alvorada sobre a apresentação das provas, o presidente da República limitou-se apenas a dizer que o faria juntamente com um projeto de lei sobre o tema, sem mencionar qualquer data, além de ter alegado não ter obrigação de apresentá-las à imprensa. Até o momento, suas acusações carecem de qualquer evidência ou prova concreta.
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