CMN endurece regras para fundos comprarem créditos judiciais Medida busca reduzir riscos de fraude e manipulação no mercado Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil Publicado em 24/09/2026 - 19:20 Brasília © Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Versão em áudio Os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) terão regras mais rígidas para investir em créditos de ações judiciais e de procedimentos arbitrais. O Conselho Monetário Nacional (CMN) alterou nesta quinta-feira (24) normas que estavam em vigor desde 2001. A principal mudança consiste na proibição de que os FIDCs comprem créditos ou expectativas de direitos originados de processos judiciais ou arbitragens enquanto esses valores ainda não tiverem liquidez (capacidade de venda imediata), fontes certas de recursos e exigibilidade (capacidade de cobrança na Justiça pelo credor). Na prática, a regra impede que fundos comprem determinados créditos cujo recebimento ainda dependa de uma decisão judicial ou arbitral e, porta...
Arco Educação fechou a aquisição dos sistemas de ensino COC e Dom Bosco, da Pearson, por R$ 920 milhões, o que representa 14,4 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação a amortização (Ebitda) do ano passado. O pagamento será feito em dinheiro. A companhia confirmou a transação há pouco.
Com a transação, a Arco passa a ter 1,9 milhão de alunos usando seus sistemas de ensino, fortalecendo sua liderança neste mercado.
O material didático da Pearson é usado por 210 mil alunos e tem forte presença na região Sudeste de Brasil, principalmente no estado de São Paulo.
O negócio era disputado pela Cogna, que ofereceu entre R$ 650 milhões e R$ 700 milhões, segundo fontes.
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