O dólar voltou a cair e se aproximou do patamar de R$ 5, no menor nível em mais de dois anos. A bolsa brasileira renovou recordes nesta sexta-feira (9), em um dia de maior apetite por risco no mercado global. O movimento ocorreu em meio à estabilidade do petróleo no exterior e à repercussão de dados de inflação no Brasil. A moeda americana encerrou o dia em forte queda, ao mesmo tempo em que o Ibovespa registrou o nono pregão consecutivo de alta. A bolsa aproximou-se dos 200 mil pontos pela primeira vez, impulsionada pela entrada de capital estrangeiro e pelo otimismo com o cenário internacional. O ambiente externo mais favorável, com expectativas de redução de tensões no Oriente Médio, também contribuiu para a valorização de ativos de países emergentes, como o Brasil. No cenário doméstico, investidores reagiram ainda à divulgação da inflação oficial de março pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O indicador ficou em 0,88% , acima do esperado, e re...
Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) prevê chuvas reduzidas entre quinta (1º) e sexta-feira (2). Conforme análise das condições de tempo realizada na manhã de hoje, a tendência é que os acumulados fiquem concentrados entre o Litoral Norte e a Ibiapaba.
Os acumulados esperados para este dois dias deverão ocorrer entre a tarde e a noite e, neste momento, não há indícios que sejam mais expressivos e abrangentes.
Este cenário se dá pela formação de áreas de instabilidade que deverão atuar de forma restrita no noroeste do Estado. Nas demais áreas, não há perspectiva de precipitações, ficando apenas com céu variando entre claro e parcialmente nublado ao longo das próximas 48 horas.
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