O medicamento de alto custo cladribina oral, que já é distribuído pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes com esclerose múltipla, passará a ser produzido no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Com isso, os custos de aquisição devem cair, permitindo que mais pacientes recebam a medicação. Sob o nome comercial Mavenclad, a medicação foi incorporada ao SUS em 2023 para o uso de pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente (EMRR) altamente ativa, ou seja, que apresentam surtos frequentes ou progressão rápida da doença, apesar de já utilizarem a terapia de base. Atualmente, o custo médio do tratamento para cada paciente é de quase R$ 140 mil em cinco anos. A estimativa é de que cerca de 3,2 mil pessoas apresentem a doença com alta atividade no país. No entanto, mais de 30 mil brasileiros convivem com a esclerose múltipla do tipo remitente-recorrente, o mais comum, caracterizado por episódios de surtos, intercalados com períodos de remissão....
Enel Distribuição Ceará divulga nota sobre vídeo que aparece Mulher evitando corte de energia na casa do irmão com Covid-19
A Enel Distribuição Ceará esclarece que o caso aconteceu em Fortaleza, na última terça-feira (6). O pedido do corte foi emitido devido ao vencimento da fatura do cliente referente ao mês de fevereiro de 2021. A companhia esclarece ainda que a cliente realizou o pagamento e corte não foi realizado. A distribuidora esclarece que está cumprindo todas as medidas temporárias determinadas pelo órgão regulador e que a cliente em questão não está cadastrada na Tarifa Social de Energia Elétrica.
Comentários
Postar um comentário
Expresse aqui a sua opinião sobre essa notícia.