Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) distribuiu o inquérito sobre a morte da policial militar Gisele Alves Santana para a Vara do Júri da Capital. Essa unidade é especializada em julgamento de crimes dolosos contra a vida, como homicídio, feminicídio, induzimento ao suicídio, entre outros. Inicialmente, o caso foi reportado como suicídio. Gisele foi encontrada com um tiro na cabeça, em 18 de fevereiro, no apartamento em que morava com o marido, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto. Ele estava no local, chamou socorro e reportou o caso às autoridades como suicídio. Posteriormente, o registro foi alterado para morte suspeita. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP), a investigação apura o crime como morte suspeita, e a tipificação pode ser revista a qualquer momento, sem prejuízo ao inquérito. “A Polícia Civil já colheu depoimentos e aguarda laudos complementares para subsidiar as investigações. O caso é rigorosamente apurado, sob sigilo, co...
Na manhã desta terça-feira, 18, o secretário de Meio Ambiente e Serviços Públicos, Diogo Machado, esteve no bairro José Geraldo da Cruz, acompanhado de Vinicius Duarte, assessor especial da Seinfra, e por Yone Alencar, arquiteta, também da Seinfra. O objetivo da visita foi avaliar a possibilidade de construção de uma praça no local, mais especificamente onde funcionava o antigo “Rubão”.
Segundo Diogo Machado, o equipamento traria mais uma opção de lazer aos moradores do bairro, além de revitalizar um espaço que já fez parte da história gastronômica da cidade.
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