Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o recurso especial do Comité Interprofessionnel du Vin de Champagne (CIVC) que buscava proibir uma empresa brasileira do ramo de vestuário de utilizar a denominação "champagne" em sua marca. O colegiado entendeu que a proteção da indicação geográfica da bebida está restrita ao seu ramo de atividade e que não há risco de confusão entre empresas que atuam em negócios distintos. De acordo com o CIVC, a utilização do nome configuraria aproveitamento parasitário e diluição da denominação de origem, causando prejuízo à coletividade titular da identidade. A entidade requereu que a empresa fosse proibida de usar a expressão, sob pena de multa diária, e que lhe pagasse uma indenização por danos morais. Os pedidos foram rejeitados em primeira e segunda instância. Entre outros fundamentos, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) considerou que as empresas atuam em ramos distintos, o que afasta a possibilidade ...
O grupo Edson Queiroz, um dos maiores conglomerados do Nordeste, colocou sua divisão de eletrodomésticos, a Esmaltec, à venda, apurou o Valor. O negócio é avaliado em cerca de R$ 600 milhões. Com sede no Ceará, o grupo é dono da Nacional Gás, de gás de cozinha, seu principal negócio, além de empresas de bebidas, como a Minalba Brasil, e também tem atuação em agronegócio e comunicação.
Valor Econômico
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