O Ferroviário SAF oficializou a contratação do volante Raphael Freitas , de 24 anos, para a sequência da temporada. Natural de Ibiraçu, no Espírito Santo, o atleta chega para reforçar o elenco coral nas competições do calendário. Revelado pelo ABC , Raphael Freitas acumula passagens por Alecrim , Al Jazira Al Hamra (EAU) , EC São Bernardo , Rio Branco de Venda Nova e QFC . Em sua última equipe, o meio-campista foi destaque do Campeonato Potiguar . O jogador já está integrado ao elenco e à disposição da comissão técnica para a sequência dos trabalhos. O Ferroviário deseja sucesso ao atleta com a camisa coral, atleta chega ao clube com vínculo válido até 2028. Ficha do Atleta Nome: Raphael Freitas Marcolino Nome esportivo: Raphael Freitas Posição: Volante Data de nascimento: 03/03/2002 Idade: 24 anos Naturalidade: Ibiraçu (ES) Clubes: ABC, Alecrim, Al Jazira Al Hamra (EAU), EC São B...
Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) expediu parecer em que defende a cassação dos diplomas e a inelegibilidade de cinco mulheres filiadas ao PSD do município de Nova Russas (CE) por fraude ao sistema de cotas de gênero durante as eleições de 2020.
No parecer, o MP Eleitoral aponta que Lara Souto Maior de Moura, Maria Samara de Sousa Jovita, Silvanirade Sousa Jovita, Maria Martins Bezerra de Carvalho e Maria de Fátima de Sousa Frota foram lançadas como candidatas laranjas na disputa da Câmara Municipal com o único objetivo de compor a cota legal de gênero em prol do PSD de Nova Russas.
Apurações do MP Eleitoral demonstraram que as candidatas obtiveram votação inexpressiva, não realizaram atos de campanha por meio de suas redes sociais, além de não terem tido movimentação financeira ou comprovação de gastos de campanha.
"Além do baixo desempenho do partido somente em relação às mulheres, também restou demonstrado que nenhuma das cinco candidatas apresentadas pelo partido realizaram campanha. Ao contrário, uma das candidatas utilizou a rede para pedir votos para outros candidatos, inclusive seu cônjuge que concorreu para o mesmo cargo", detalha a procuradora regional eleitoral Livia Maria de Sousa.
A procuradora avalia que, apesar da existência de uma lei que objetiva propiciar e garantir maior participação de mulheres no cenário político nacional, há incipiente execução de políticas públicas para incentivar o lançamento de candidaturas femininas e a relutância de alguns partidos políticos contra medidas que propiciem a efetiva participação de mulheres na política.
“Verifica-se que tem se tornado comum que as agremiações partidárias efetivem a prática de pseudocandidaturas femininas, as quais parecem, à primeira vista, formalmente regulares, mas que na realidade fática são fictícias/fraudulentas, sendo, pois, apresentadas à Justiça Eleitoral com o único e exclusivo intento de indicar o cumprimento formal do percentual estabelecido no art. 10, § 3º, da Lei 9.504/1997”, destaca a procuradora.
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