Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o recurso especial do Comité Interprofessionnel du Vin de Champagne (CIVC) que buscava proibir uma empresa brasileira do ramo de vestuário de utilizar a denominação "champagne" em sua marca. O colegiado entendeu que a proteção da indicação geográfica da bebida está restrita ao seu ramo de atividade e que não há risco de confusão entre empresas que atuam em negócios distintos. De acordo com o CIVC, a utilização do nome configuraria aproveitamento parasitário e diluição da denominação de origem, causando prejuízo à coletividade titular da identidade. A entidade requereu que a empresa fosse proibida de usar a expressão, sob pena de multa diária, e que lhe pagasse uma indenização por danos morais. Os pedidos foram rejeitados em primeira e segunda instância. Entre outros fundamentos, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) considerou que as empresas atuam em ramos distintos, o que afasta a possibilidade ...
A Autarquia Municipal de Meio Ambiente de Juazeiro do Norte – Amaju continua coordenando atividades de fiscalização contra aglomerações e outros desrespeitos ao decreto estadual de convivência e combate à Covid-19.
As rondas são realizadas diariamente, e contam com participação de agentes da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos, Secretaria de Segurança Pública, Polícia Militar e Vigilância Sanitária.
Eraldo Oliveira, superintendente da Amaju, alerta que bares e restaurantes devem funcionar somente até às 23h, e com capacidade reduzida. Ele também aponta que várias desobediências vêm sendo observadas e os responsáveis são autuados e multados, quando necessário.
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