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Copa Manjadinho: Ceará conquista o Sub-14 e Fortaleza leva o Sub-12

  Copa Manjadinho: Ceará conquista o Sub-14 e Fortaleza leva o Sub-12 09/08/2026 13:29 Créditos: Lucas Emanuel/FCF A Copa Manjadinho chegou ao fim na tarde deste sábado (8), com decisões em duas categorias. O palco escolhido para os confrontos foi o Estádio Presidente Vargas, que recebeu os duelos entre Ceará e Fortaleza. O primeiro confronto foi pela categoria Sub-14. De um lado, o Ceará buscava conquistar sua primeira taça na categoria; do outro, o Fortaleza tentava levantar o troféu pela quarta vez. Depois de um primeiro tempo bastante disputado, o Fortaleza abriu o placar no início da etapa complementar. Aos 25 minutos, Carlos Eduardo, de pênalti, deixou tudo igual no marcador, levando a decisão do título para as penalidades. Na marca da cal, o Vovô venceu por 4 a 3 e ficou com a taça. A campanha alvinegra contou com seis vitórias e um empate em sete duelos disputados. O Ceará também terminou com o melhor ataque e a melhor defesa da competição, marcando 45 gols e sofrendo apena...

Engenheiro com paralisia cria dispositivos para deficiência física

 Os obstáculos sempre estiverem presentes na vida do engenheiro da computação Junior Prado, de 31 anos. Ele nasceu com paralisia cerebral e, com o apoio do pai, conseguiu aos poucos se adaptar aos estudos. As dificuldades o incentivaram a ajudar pessoas com deficiência motora a enfrentar as mesmas barreiras. 

Recém formado em mestrado, no curso de Engenharia Elétrica e de Computação, no Campus da Universidade Federal do Ceará (UFC) em Sobral, Júnior Prado desenvolveu três dispositivos que melhoram a vida de quem tem deficiência motora e, assim, possibilitam a independência no uso do computador.  

Prado descreveu a maneira como a vida escolar o motivou a desenvolver projetos. “As escolas não aceitavam pessoas com deficiência, na época. Meu pai tentou várias delas, e acabaram indicando a Apae de Sobral. Na triagem, a médica disse que, no meu caso, não seria interessante estudar lá. Eu poderia receber atendimento médico nas áreas de fonoaudiologia, fisioterapia e terapia ocupacional, porque o meu sistema cognitivo não tinha sido afetado. Assim, eu deveria ter aulas em escolas regulares. Meu pai voltou a tentar e conseguiu me matricular em uma escola particular pequena e eu comecei a estudar com 8 anos de idade, depois que fiz uma cirurgia e aprendi a andar.” 

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