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Copa do Brasil: Ceará perde nos pênaltis e Fortaleza avança para as Oitavas de Final

  Créditos: Marcus Vinicius/FEC Pela Copa do Brasil, os clubes cearenses entraram em campo neste meio de semana pelos confrontos de volta da Quinta Fase da competição. Na quarta-feira (13), o Ceará recebeu o Atlético Mineiro na Arena Castelão precisando reverter a desvantagem sofrida no primeiro duelo. Com gols de Alex Silva e Everson (contra), a equipe cearense estava vencendo no placar agregado por 3 a 2 e encaminhava a classificação, mas, no fim da partida, sofreu um gol que levou a disputa para os pênaltis. Nas penalidades, acabou derrotado por 4 a 2, dando adeus à competição nesta temporada. Na quinta-feira (14), o Fortaleza visitou o CRB/AL no Rei Pelé com a vantagem conquistada no primeiro confronto. Para o Leão, bastava um empate para confirmar a classificação às Oitavas de Final. Miritello ainda desperdiçou um pênalti na reta final do segundo tempo, mas isso não fez falta: o 0 a 0 permaneceu no placar, garantindo a equipe cearense na próxima fase. Ceará e Fortaleza voltam ...

MPCE pede esclarecimentos ao Estado sobre contrato de gestão, concurso e alteração de legislação da Funsaúde

  Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) pede que Secretaria de saúde do Estado esclareça questões relacionadas à Fundação Regional da Saúde (Funsaúde), como o contrato de gestão, a administração dos hospitais por parte da Fundação, as recentes alterações na Lei nº 17.1786/2020 que criou a Funsaúde e a convocação dos aprovados no concurso público ocorrido no fim de outubro deste ano. As requisições do MPCE são resultado de audiência pública virtual realizada nessa quinta-feira (11/11) com a participação da titular da 137ª Promotoria de Justiça de Fortaleza, promotora de Justiça Ana Cláudia Uchoa; do coordenador do Centro de Apoio Operacional da Saúde (Caosaúde), promotor de Justiça Eneas Romero; e de representantes da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), da Funsaúde, da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Ceará (OAB-CE) e de candidatos inscritos no concurso da Fundação.

Na audiência, o coordenador do Caosaúde, promotor de Justiça Eneas Romero, destacou que o MPCE vem acompanhando a implantação da Funsaúde, mas que algumas questões precisam ser esclarecidas, a exemplo de quais unidades hospitalares serão assumidas pela Fundação, em qual prazo será assinado o contrato de gestão, quais são os indicadores utilizados para controle dos contratos, entre outros. O promotor frisou que o maior problema é a precarização dos contratos de saúde, pois o regime predominante nas unidades hospitalares é o de cooperativas, não havendo relação jurídica entre o contratante e o contratado, causando problemas para o serviço público e para os profissionais. A promotora de Justiça Ana Cláudia Uchoa também ressaltou que, desde o início, o MPCE defende que as relações de trabalho na administração pública não sejam precarizadas e, como a Funsaúde foi criada nesta atual gestão estadual, o Ministério Público cobra um serviço público bom e eficiente para a população, considerando que o atual modelo de cooperativas não é o ideal, principalmente para os profissionais que se submetem a um regime sem nenhuma garantia.

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