Com um jogador a mais desde os 20 minutos do primeiro tempo, o Palmeiras se aproveitou da vantagem numérica para superar o Flamengo pelo placar de 3 a 0 em pleno estádio do Maracanã, na noite deste sábado (23), para ampliar sua vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro. Graças à vitória fora de casa, a equipe comandada pelo técnico português Abel Ferreira chegou aos 38 pontos, ampliando para sete pontos a sua diferença para o vice-líder da competição, que é o próprio Rubro-Negro da Gávea. Nos primeiros minutos da partida, ainda com igualdade de jogadores de lado a lado, a equipe do português Leonardo Jardim foi melhor, dando muito trabalho ao goleiro Carlos Miguel. Mas, aos 20 minutos da etapa inicial, o colombiano Carrascal foi expulso após acertar o pé no rosto de Murilo em uma disputa de bola. A partir daí o Verdão assumiu os comandos das ações, e encontrou o caminho para construir a vitória. O primeiro gol saiu aos 37 minutos, quando Allan tocou para Flaco López, que se ...
Ministério Público Federal (MPF) entrou com recurso contra uma sentença da Justiça Federal no Ceará que absolveu um acusado de praticar crime de racismo contra o povo judeu em uma publicação feita na rede social Facebook. Na postagem, o denunciado aponta o Holocausto como uma "falácia" e atribui aos judeus responsabilidade por tragédias mundiais como as graves enfermidades.
Na ação movida na JF contra o réu, o MPF aponta que Luís Olímpio Ferraz de Melo publicou em sua página nomeada "Sempre Freud", no Facebook, texto intitulado "Coronavírus" com notório cunho racista e incentivador ao preconceito contra o povo judeu, trazendo uma narrativa que, fazendo referência a fatos históricos, insinua uma interligação do povo judeu a eventos danosos à humanidade, como a pandemia provocada pelo novo coronavírus.
Conforme a denúncia, o réu veiculou a postagem em 14 de março de 2020, na qual afirma, dentre outros fatos, que os judeus estariam escravizando a civilização utilizando-se do "falacioso Holocausto" para se vitimizarem, como parte de um "plano de vingança", "por terem sido escravos no Egito por 430 anos".
O MPF aponta que o texto redigido alimenta preconceitos ao divulgar ideias que atentam contra a dignidade do povo judeu, e que o fazem através da negação de fatos históricos, "se escudando em obras doutrinárias reconhecidas como racistas". "O pleito a que se imponha a sanção penal não decorre do fato de serem suas ideias feias ou erradas, mas sim porque veiculam de forma clara preconceito contra o povo judeu", argumenta o procurador da República Rômulo Conrado, autor da ação.
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