40% das mulheres já renunciaram a empregos por dificuldade de acesso Falta de segurança e custo dificultam o deslocamento delas, diz estudo Letycia Treitero Kawada - Repórter da Agência Brasil Publicado em 23/09/2026 - 15:23 São Paulo © Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Versão em áudio No Brasil, quatro em cada dez mulheres (39%) já abriram mão de uma vaga de emprego ou oportunidade profissional em virtude de dificuldades de deslocamento . Os fatores desfavoráveis são falta de segurança, custo com os quais teriam de arcar para cobrir o serviço, tempo e território, conforme aponta a pesquisa O Direito de Ir, Vir e Viver , da Indique, consultoria de diversidade e inclusão racial, em parceria com a organização feminista Think Eva e a 99. Mais da metade (54%) também deixou de comparecer a um compromisso de trabalho ou recusou um convite desse tipo pelos mesmos motivos. E um quinto (21%) já desistiu de fazer alguma capacitação, incluindo faculdade. As mulheres, reforça o estudo...
Câmara Municipal debaterá a obrigatoriedade do “passaporte da vacina”, em Fortaleza, na próxima terça- feira, (7)
A Câmara Municipal de Fortaleza irá debater na próxima terça-feira (7), a obrigatoriedade do passaporte sanitário na Capital cearense. A Audiência Pública sobre o tema foi convocada pela vereadora Priscila Costa (PSC) e já tem autoridades confirmadas, como o senador Eduardo Girão e o presidente da Fecomércio Luiz Gastão.
Priscila vem alertando sobre os riscos contra a liberdade das pessoas com a obrigatoriedade desse passaporte. Na última semana, manifestantes se reuniram na Câmara Municipal para pressionar a aprovação dessa audiência pública.
“Encontrei no povo de Fortaleza, o encorajamento e a força que precisava para aprovar a Audiência Pública que trata do Passaporte Sanitário! Ao meu lado estavam médicos, enfermeiros, advogados, empresários, pais e mães! A OMS é contra o passaporte, o CFM é contra, o setor comercial da nossa cidade já se manifestou contra, porque nós não podemos ser ouvidos? Seremos ouvidos, e lutaremos até o fim, para que vacinas sejam usadas para promover saúde, e jamais se tornarem pretexto de políticos para criar burocracia, segregar pessoas e ferir liberdades”, ressaltou a parlamentar.
A Audiência Pública acontecerá no auditório da Câmara a partir das 15h e será aberta ao público.
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