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Exposição reelabora terror com obras de artistas LGBT+ em Fortaleza População reinventa o medo como força de criação

  Com a proposta de reelaborar o imaginário do medo e do terror como forças de criação da população LGBT+ o Museu de Arte Contemporânea (MAC Dragão), em Fortaleza, recebe a partir deste sábado (18) a exposição “Terror celestial”. A mostra, que vai até o dia 4 de outubro, reúne obras de 24 artistas de diferentes linguagens. O curador, Lucas Dilacerda disse à Agência Brasil que a proposta é abordar a relação da comunidade LGBT+ com o terror. Ele destaca que, historicamente, a sociedade tem classificado essa população como figuras anormais, muitas vezes chamadas de monstros, estranhas, assustadoras, freak, aberrações e uma série de xingamentos que violentam seus corpos. “Essa violência começa a causar uma série de traumas e uma série de problemas e estruturas psíquicas que vão se reverberar na vida adulta. Então, a exposição investiga como todo esse imaginário do terror é reelaborado por esses artistas, transformado e transmutado na produção artística”, disse. Medo do diferente Dilace...

Janeiro Branco faz alerta para os cuidados com a saúde mental após dois anos de pandemia


Segundo especialistas, a estimativa é de que, para cada morte por covid-19, cerca de nove pessoas, entre cônjuges, filhos, pais e avós, tendem a ficar enlutadas e, algumas vezes, em um luto persistente, que pode durar mais de 12 meses.


Dois anos após o início da pandemia de Covid-19, o mundo entrou, definitivamente, em alerta para a prevenção e os cuidados com a saúde mental. Diante de um cenário de perdas, pacientes, familiares e amigos encheram os consultórios de psiquiatras e psicólogos em busca de ajuda para aliviar a angústia, ansiedade e depressão, neste último com aumento de 28%, de acordo com um estudo feito pelo jornal médico, The Lancet. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a pandemia interrompeu serviços essenciais de Saúde Mental em 93% dos países do mundo e, ao mesmo tempo, intensificou a procura por esses mesmos serviços. No Brasil, segundo  pesquisa do Instituto FSB, 62% das brasileiras e 43% dos brasileiros afirmaram que a saúde emocional ‘piorou’ ou ‘piorou muito’ durante a pandemia.

Um estudo desenvolvido pelo Instituto Ipsos e encomendado pelo Fórum Econômico Mundial, concluiu que 53% dos brasileiros achavam que sua saúde mental “tinha piorado bastante no último ano”. Segundo estudo realizado pela FIOCRUZ e outras seis universidades nacionais, enquanto 40% da população brasileira apresentavam sentimentos frequentes de tristeza e de depressão, outros 50% da mesma população apresentavam frequentes sentimentos de ansiedade e nervosismo. A pandemia também prejudicou os jovens. Uma pesquisa conduzida pelo UNICEF/Gallup mostrou que 22% dos adolescentes e jovens brasileiros de 15 a 24 anos se sentem deprimidos ou têm pouco interesse em ‘fazer coisas’.

“Prevenir o adoecimento mental não é uma lógica individual, mas de processos coletivos em torno da  qualidade de vida, de elementos sociais, políticos, econômicos, ou seja, na formação de modos de vida tanto singular quanto coletiva. A saúde, no seu conceito mais amplo, de bem estar biopsicossocial, não é estática. O que estamos vivendo atualmente nos revela a necessidade crescente de, não só nos conscientizar sobre as questões sobre a saúde mental, mas, também, de lutarmos pelo fortalecimento das políticas públicas e assistência psicossocial”, explica a psicóloga do Centro de Oncologia e Hematologia (Oncovie), Marina Teófilo.


Campanha Janeiro Branco


O Janeiro Branco é dedicado a colocar os temas da “Saúde Mental” em evidência na sociedade, chamando a atenção dos indivíduos, das autoridades e das instituições sociais para tudo o que diz respeito aos universos mentais, comportamentais e subjetivos dos seres humanos. 


Origem da Campanha

Idealizada pelo psicólogo mineiro Leonardo Abrahão, a Campanha iniciou-se em Janeiro de 2014 quando psicólogos(as) de Uberlândia(MG) foram às ruas, às instituições e às mídias da cidade para falar às pessoas sobre “Saúde Mental”, “Saúde Emocional”, “sentido de vida”, “qualidade emocional de vida” e “harmonia nas relações humanas”. 


Expansão da Campanha

Desde 2014, o Janeiro Branco vem se consolidando como a maior Campanha do mundo em prol da construção de uma cultura da Saúde Mental na humanidade. Profissionais liberais, instituições sociais, políticos, artistas, líderes religiosos e cidadãos sensíveis à causa têm abraçado a Campanha e a sua proposta de psicoeducação dos povos.


Sobre a Oncovie


O Centro de Oncologia e Hematologia congrega em um mesmo endereço todos os elos para a cadeia de cuidados: prevenção, diagnóstico e tratamento, bem como um amplo leque de serviços que auxiliam no enfrentamento da doença, contribuindo para minimizar seus impactos e otimizar a qualidade de vida. É composta por uma equipe de multiprofissionais, com o objetivo de oferecer um atendimento humanizado, ético e baseado nos mais novos protocolos obedecendo ao conceito de sustentabilidade. A Oncovie busca constantemente a excelência na atenção aos seus clientes, e para isso entende que as parcerias são imprescindíveis. Tem como missão oferecer atendimento de excelência aos clientes proporcionando ao paciente oncohematológico e reumatológico um tratamento de caráter multidisciplinar, com detecção precoce, acurácia no diagnóstico e posterior tratamento individualizado ambulatorial.

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