Esta segunda-feira (25) marca o Dia da África: continente que vem aproveitando a ascensão da China para perseguir o próprio desenvolvimento, em especial, por meio de parcerias na construção de infraestruturas de transporte, energia e indústrias. Em resposta, os Estados Unidos (EUA) tentam concorrer com Pequim no continente, enquanto lideranças africanas buscam protagonismo no cenário global. O deslocamento do centro da economia global da Europa e dos Estados Unidos para a Ásia, por meio da ascensão da China, tem transformado os países africanos, que têm no gigante asiático o principal parceiro comercial, com US$ 295 bilhões comercializados em 2024, 6% a mais do que no ano anterior. Com 1,5 bilhão de habitantes, sendo 60% abaixo dos 25 anos, a África tem a China como principal parceiro comercial há 17 anos. Um dos exemplos dessa cooperação é o Parque Industrial PK24, nos arredores de Abdjan, capital da Costa do Marfim, construído em parte pela China Light Industry Nanning Design ...
A variante Ômicron do coronavírus, mais infecciosa, parece provocar formas menos graves da doença do que a Delta, mas não deve ser classificada como "leve", disse hoje (6) o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom. 

Em entrevista, ele repetiu o apelo por maior equidade global na distribuição e acesso às vacinas contra o coronavírus.
Tedros Adhanom alertou que, com base na taxa atual de distribuição de vacinas, 109 países não cumprirão a meta da OMS de que 70% da população mundial sejam totalmente vacinados até julho.
Esse objetivo é visto como ajuda fundamental para encerrar a fase aguda da pandemia.
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